S: Bom dia,
querido Mash! Não estou surpreendida
que tenhas escolhido o dia de hoje para me dares uma mensagem
para eu divulgar.
MATEUS: Mãe,
querida alma, sim, e que gloriosa manhã, quente e ensolarada que
está hoje! O teu primeiro pensamento enquanto olhavas os abetos
altos e vistes os coelhos aos pulos foi: “está tudo bem com o
mundo.” Então recordaste que o dia de hoje marca dois
aniversários – o dia alegre do meu 44º aniversário e os
acontecimentos esmagadores habitualmente referidos como o
“9/11”.
Há cinco anos
atrás, neste dia, o teu mundo estava em choque e os povos de
todas as nações estavam unidos a lamentar o acto aparente de
terrorismo, insensível e excessivo. Agora as vozes erguem-se
cada vez mais alto, pedindo que a verdade seja divulgada. Mas
hoje celebram-se cerimónias para honrar as almas cujas vidas
terminaram abruptamente há cinco anos, apontando o dedo para o
“fantasma inimigo” que causou a tragédia. A hipocrisia dos
discursos daqueles que são verdadeiramente responsáveis podem-te
causar raiva, tu que reconheces a sua cumplicidade, se bem que
há muito mais medo nessas pessoas do que a arrogância aparente.
É verdade que a sua voracidade e concupiscência do poder
deixou-os planear e executar aqueles eventos diabólicos, mas há
mais nisto do que aquilo que é compreendido pelo vosso mundo.
Mãe, por favor
copia a parte do livro com a minha explicação e as palavras mais
importantes, o apelo pungente do porta-voz das pessoas que
morreram nas torres fumegantes que ruíram. Esta mensagem que
ecoa os sentimentos de todos nós nesta estação iluminada do
espírito, é o mais essencial que
deveis manter, em destaque, nos vossos corações e nas vossas
mentes.
[“Uma Resposta
Espiritual ao Terrorismo” in
Revelations
for a New Era, em
(Revelações para uma Nova Era)].
A
RESPOSTA
Os
meus pensamentos, quando olhei para os noticiários da televisão
naquela manhã de 11 de Setembro de 2001, não foram sobre as
vidas perdidas mas sobre as pessoas que amavam aquelas almas.
Tendo sofrido a dor da morte súbita de Mateus, o meu coração
estava com as famílias e os amigos daqueles que tinham deixado a
Terra, tão horrível e abruptamente. Durante os poucos dias que
se seguiram, as memórias da minha angustia distante recordou uma
empatia tão poderosa com todas as pessoas em estado de choque e
dor que nem mesmo quis perguntar a Mateus o que tinha
acontecido. A sua resposta não podia mudar nada.
Então, recebi um
email de alguém que conhecia a
minha ligação telepática com Mateus.
Um homem que representava o grupo que morreu em na cidade de
Nova Yorque acordou-a, vindo até ela
como algumas vezes os pacientes dela faziam quando transitavam
entre a Terra e o Céu. Disse que queriam ser conhecidos como os
mártires da paz, não da guerra; que o terror veio de dentro do
nosso país, não de fora; e que pediam uma “voz colectiva”
através de Mateus.
__________________
16
de Setembro de 2001
S:
Mateus, ouvi da parte de Kalama
Hawkrider que um representante do
grupo que fez a transição
em Nova Yorque
falou com ela e disse que gostariam de falar através de ti. Não
sei se és conhecedor desta mensagem que ela recebeu, mas se tens
alguma coisa que Jean
Hudon e Russ
Michael gostassem de transmitir,
estou certa que eles o fariam.
MATEUS: Sim,
Mãe, tenho uma mensagem para transmitir, e há uma coisa que
gostaria de dizer a partir deste ponto de vantagem.
Por favor, que
todas as almas que estão a receber orientação “divina” para
manter amor, compaixão e paz, não abdiquem nem por um momento
destas emoções sinceras. Esta energia será a graça salvadora
para vós e para o vosso planeta, e dentro de momentos, a vossa
família e amigos que chegaram aqui tão recentemente,
falar-vos-ão disto, pelas suas próprias palavras.
Todas as almas
que fizeram a transição tão abruptamente estão a ser tratadas
aqui com muito amor. Muitos já estão a sentir familiaridade com
este reino e lembram-se que isto ia acontecer e que eles
concordaram, a nível da alma, participar nesse acontecimento.
Mas mesmo que isso não seja credível para eles, é um pequeno
conforto para aqueles que partiram em tal estado de choque e de
fim horroroso, sem as despedidas para milhares e milhares de
pessoas que amavam estas almas.
Além de vos
assegurar que a paz, a ternura e a compreensão envolve cada
pessoa que partiu então da Terra, quero assegurar-vos que, a
despeito do que parece ser. Sim! A luz ESTÁ a prevalecer sobre
as trevas! É precisamente por isso que este mal incarnado foi
perpetrado sobre o vosso planeta. O desespero das trevas
disparou esta agonia inexplicável aparente e inspirou a chamada
para a guerra ao afirmar “justiça para aqueles que morreram.”
Mas a guerra, na realidade, é para gerar cada vez mais
negatividade em cima da criada pela dor global numa tentativa
para diluir e depois extinguir a luz. Estas forças querem que
vocês tenham medo, ódio, querem que peçam justiça através de
mais matanças e destruição. Estas forças das trevas sabem que o
ciclo de violência aumentará a sua manutenção firme nestes
tempos de escolhas críticas entre a luz e as trevas. E vocês têm
de escolher. E escolham a LUZ, vocês devem escolhê-la!
Nós choramos
aqui. Na realidade, vemos o quadro maior, mas ainda choramos.
Quem não o faria nestes dias de tristeza e de desespero
agonizante? Mas sabemos que deveis agarrar-vos firmemente ao
sentimento de amor e de compaixão a um ponto que não é
compreendido por muitos. Isto não é uma nação contra outra
nação. Nem mesmo é uma pequena facção da humanidade vista como
diabólica contra outra humanidade. Não são elementos humanos que
estão na raiz do que aconteceu. É um poder que muitos de vós não
sabe que existe que causou esta loucura com tão negras intenções
que a própria Terra está a chorar porque estes poderes
rebaixaram-na com as suas destruições ferozes.
Isto será
revelado atempadamente. Nos dias de hoje, antes que vocês
consigam ver claramente o que está por trás desta loucura, por
favor mantenham apenas o amor curativo nos vossos corações por
toda a humanidade e mais ainda, por toda a vida.
Deixem o Eu divino em cada um de vós erguer-vos para a luz em
vez de deixar que a vossa consciência se junte às trevas na
retaliação, vingança, ódio, e mais matança a sangue frio. Pensem
nos milhares de vidas que deixaram a Terra nesses momentos
ferozes: Deixem que aquelas vidas se ponham de pé por algo para
além do que os controladores das trevas querem – mais mortes de
inocentes. Aquelas vidas não foram tomadas na inocência, mas
deixem-nas falar pelos inocentes! Na qualidade de voz colectiva,
elas dizem:
“Não
permitam que sejam ceifadas mais vida. É tempo de
manter
o amor acima de tudo, para trazer compaixão, cura
aos aflito e aos feridos, para trazer cura para a Terra. Saibam,
por favor, que os corações que estão endurecidos ao querer matar
os outros como se isso fosse o seu tributo para nós – necessitam
de luz acima de tudo. Fazemos uma petição para vós representando
a totalidade deste reino do Céu para falar de amor, para abrir
os olhos, para ver claramente o que está a acontecer na Terra, e
ao levantarem-se acima da tragédia que foi perpetrada pelas
trevas nem podeis mesmo imaginar, como o vosso mundo inteiro
está gasto. Vemos isso daqui. Necessitamos que ajudem os
milhares de trabalhadores da luz a erguer os vossos corações e
deixar que a luz entre neles, ao confortar os que estão tristes.
Deveis ouvir o nosso apelo. Estamos a trabalhar na luz para vos
assistir e estamos ligados convosco para sempre pelo amor.”
Sim, Mãe,
sei que achas difícil acreditar que eu tenha sido escolhido para
passar a mensagem destas almas. Não estou sozinho nesta tarefa.
Nem estou a passar apenas a voz colectiva deles, estou a falar
pelo Conselho do Nirvana e por todas as outras almas deste
reino. Outros, noutros reinos, noutras estações elevadas na luz,
estão a falar, e todos vos rogam que escolham PAZ e AMOR.
_____________________
22
de Setembro de 2001
S:
Olá, querido. Estou certa ao pensar que queres acrescentar
alguma coisa à mensagem da voz colectiva sobre os acontecimentos
de 11 de Setembro? No outro dia, findamos abruptamente depois de
receber a mensagem – queria pô-la em marcha o mais rápido
possível – e sabes como tenho estado ocupada desde então com os
nossos hóspedes.
MATEUS: Sim,
eu sei, Mãe, e agradeço por teres difundido a mensagem. Sei que
não estás à vontade com o que está a transpirar e estão a
especular sobre os teus sentimentos carinhosos, mas a falta de
ansiedade profunda, é razoável ou estás a esconder a tua cabeça
na areia. A tua repugnância pela manobras cruéis e a tua
tristeza pelas famílias enlutadas são reacções naturais, mas o
medo não só é o oposto das emoções que ajudarão a curar as
feridas pessoais e nacionais, também será o combustível para
algo que não desejas.
Os
acontecimentos, como foram desenrolados para o conhecimento do
público, não são as ideias daqueles homens que a comunicação
social chama de “terroristas” – bem, os funcionários do governo
estão a proclamar e a comunicação social está a fazer eco disso.
Há causas, objectivos e estratégias
escondidas ainda por serem reveladas e os executantes não são
aqueles que foram acusados tão rapidamente.
Compreendemos
porque é que tantas almas aqui acreditam sem questionar que os
relatórios estavam completos e precisos ou mesmo que pareciam
credíveis. Compreendemos que
esta aceitação, em vez de uma análise, foi devida à enormidade
dos aviões a embaterem deliberadamente os alvos pretendidos e os
milhares de vidas inocentes em transição quase simultaneamente
das vidas da Terra. As emoções em aceitar esta espécie de
realidades são demasiado opressivas para permitir uma margem
mental ou emocional para questionar largamente a fraqueza
evidente dos achados oficiais.
S: Li
alguns relatórios que arrasam as conclusões oficiais, por isso
algumas pessoas não aceitam definitivamente tudo isto que está a
ser apresentado ao público. Podes dizer sem nenhuma vacilação
que as torres não ruiriam se não
houvesse explosivos colocados nelas?
MATEUS: Sem um
jota de hesitação, Mãe!
S: PORQUÊ???
MATEUS: A
destruição tinha de ser de uma medida tão impensável que o
horror pudesse ser filmado – e há uma área sujeita a perguntas,
porque é que as cameras de televisão
estavam presentes mesmo nos primeiros momentos – e ventilado sem
descanso nestes dias desde então. Devia de haver uma perda de
vida de tal modo chocante que ensombrasse a especulação sobre a
improbabilidade das torres ruírem devido às razões expostas, ou
pensar, com muita aproximação, como é que aviões meio cheios
foram subjugados e voaram sem serem molestados até aos alvos num
espaço supostamente guardado com segurança. Foi apresentada
alguma evidência para provar as conclusões oficiais? Não, porque
não há nenhuma. Muito pelo contrário!
A declaração
imediata de “Isto é uma guerra!” divergiu muito rapidamente para
o espírito de “patriotismo”, e isto pegou fogo. Isso iria também
servir os interesses dos verdadeiros criminosos porque também
exclui um grito público para provar as conclusões oficiais.
Aqueles que eles necessitam acusar, como os monstruosos
fazedores do mal, devem ser suspeitos naturais, aqueles que têm
sido edificados desde o chão até ao cimo, através de meios
dissimulados e claros, durante décadas. As mentes das trevas por
trás disto não negociam com espontaneidade. Se não for o plano
A, então é o plano B. Se não forem as pessoas encarregadas
originalmente, então aquelas duas, três ou quatro gerações mais
tarde que partilham os mesmos sonhos e continuam a
manifestá-los. Esta marcha firme apenas com os nomes a mudar,
nunca os objectivos, tem procedido durante milénios, o que na
estimativa das trevas é aceitável e os horários não precisam ser
rígidos.
Contudo, a
chamada para a guerra foi o objectivo desde o princípio. O
“terrorismo” é o combustível necessário para reunir o apoio
público para a guerra. Aquelas milhares de mortes do 11 de
Setembro que foram necessárias para alcançar este apoio não têm
consequências para as trevas, cuja natureza não abrange
consciência, honra, compaixão, amor ou empatia. Os ataques
brutais e excessivos que as trevas manipularam através dos seus
fantoches tinham de estar ligados a alguma coisa que pudesse ser
apresentada como algo tão penetrante e medonho que o mundo
inteiro quisesse eliminar: o terrorismo global.
Isso foi
precisamente o que as trevas tiveram de criar para que a seguir
pudesse chegar o MEDO. O medo não só pode gerar
apenas a unidade nacional e talvez possa também gerar a unidade
global, num exemplo raro de acordo, como também cria a
negatividade que é o fundamento e o armamento das mentes mestras
das trevas. E aquilo é o prémio verdadeiro. A luz não pode
coexistir com a negatividade, e o medo é uma das emoções
negativas mais poderosas – por isso podes compreender porque é
essencial, para os planos das forças das trevas, criar o medo
nos povos.
Mas o medo é
apenas o penúltimo objectivo. A conquista total do
planeta é o seu objectivo último. O que aconteceu em 11 de
Setembro é realmente apenas outra jogada estratégica das forças
das trevas no conflito com as forças da luz, durante eras
consecutivas, para ver qual será a força que governará o
planeta. Isto soa como uma conspiração de ficção científica,
como um conto de feitiçaria de conjuras e perfídias diabólicas,
mas isto é muito mais real do que são as estruturas
de aço e betão na Terra.
As cúpulas das
forças das trevas não residem no vosso planeta, e embora possam
e se manifestem em corpos humanos que não parecem diferentes de
nenhuns dos outros daí, a civilização de origem não é humana.
Esta força é considerada, mais precisamente como um
campo de força, ou massa de energia, que tem a
capacidade de adquirir qualquer forma que queira. Foi perdida,
há tanto tempo, de toda a
memória excepto da memória do Criador, que esta
força deixou a luz e o amor NO qual e DO
qual foi criada, e desde então tem sido ferida pela ausência da
luz e do amor. A única maneira de ser curada a ferida deste
vazio é enchê-la com os ingredientes originais.
Mas se esta
força aceitar a luz e o amor curativo, terá de perder o direito
ao poder das trevas, e não o deseja fazer. E, deste modo, na sua
jornada atormentada e demente através de Todo o Tempo, mantém o
seu poder procurando e criando solos férteis para dar nascimento
a emoções negativas.
Agora podes
ver que é a influência das forças das trevas, por trás da
chamada para a vingança, desforra, retaliação, e para o sentido
de “justiça” que significa mais violência e mortandade. Esta
aproximação nunca eliminará o medo. Nunca
eliminará os sentimentos de amargura, imparcialidade,
privação e traição. Nunca impedirá as crianças da
mais tenra idade, de crescerem para se tornarem mártires. Não,
longe de eliminarem as causas do “terrorismo”, estes actos
tornam a alimentar o ciclo da negatividade e asseguram a
sobrevivência das trevas através das manchas de sangue, ódio,
terror, ansiedade, tirania, preconceito, insegurança, dor,
morte, desequilíbrio, decepção e corrupção.
As forças das
trevas têm muitos favoritos no planeta a desejar a ligação deles
aí, e as suas armas são tudo que cria a negatividade. Os poderes
que se lhes opõem são as forças da luz, cujas armas e armadura
são o amor, a compaixão e a verdade.
S:
Sabes como isto se vai desenrolar?
MATEUS: Mãe,
sabemos que Deus não vai permitir que o vosso planeta seja
destruído. Não está na nossa mão mudar
o curso dos acontecimentos agora em movimento, mas
é do domínio das civilizações extra terrestres, que têm sido
chamadas por Deus para a acção, para preservar a Terra com a sua
tecnologia que pode diluir ou negar certos tipos de destruição
ou de poluição. Por isso não há necessidade de pensar em termos
de aniquilação em massa causada por armamento nuclear ou
biológico. Qualquer conversa nestes termos é especificamente
criada para instalar o medo nos povos, e tu sabes como o medo é
da mais alta importância para as forças das trevas.
O facto é que,
ao analisar desta nossa posição de vantagem, toda a evidência do
poder militar, e a retórica dura mostra que é tempo de desespero
para as trevas. É o seu próprio medo, ao reconhecer que estão a
perder as suas poderosas ligações no planeta, que está por trás
destes assaltos brutais aos povos e ao verdadeiro espírito da
Terra.
_____________________
15
de Outubro de 2001
S: Bom
dia, Mateus.
Diz-me.
Por favor, o
que está por trás das cenas desta “guerra ao terrorismo” e o
receio do antrax.
MATEUS: Bom
dia, Mãe! Usaste a palavra mais apropriada para “medo” quando
disseste “receio” do antrax. Este é
o objectivo total – amedrontar-vos ao crerem que estes
incidentes isolados e teatrais do “terrorismo” do
antrax, no teu país, são o início do
terrorismo biológico global. Isto é uma táctica, um ardil, e a
comunicação social a delirar sobre o susto, é tudo elaborado
para iniciar a reacção de medo em cadeia, que as mentes
poderosas das trevas desejam.
Mãe,
pensa nisto: A comunicação social começa a falar sobre
medos políticos e que, a seguir, os terroristas
empreenderão a guerra biológica. E a seguir, tão
rápido quanto possam encenar de um modo amador, o
antrax derrama-se e morre uma alma
inocente. Pouco depois o pó derrama-se no chão ou numa máquina
de escrever ou num envelope e através de pré condicionamento,
vocês suspeitam imediatamente que sejam esporos de
antrax. Em ocasiões raras até é, mas
agora na mente das pessoas, qualquer substância poeirenta
em qualquer parte em quantidade minúscula está associada a
um possível
assalto global.
Se a “morte
aos infiéis” é o objectivo dos terroristas, uma vez que a morte
como mártires faz parte do seu fanatismo, então os métodos de
aniquilação em massa provavelmente seriam óptimos para eles. Mas
para os executantes destas tácticas de medo, isto não
é aceitável. O antrax
não pode distinguir os criminosos não humanos disfarçados sob
formas humanas e as cadeias de DNA humano, nem os trabalhadores
humanos simpatizantes com as forças das trevas e os seres de
luz, por isso não podem pôr em perigo eles mesmos e os seus
apaniguados, e deste modo só poderiam acontecer casos isolados
cuidadosamente planeados.
Este é um
esforço muitas vezes impelido, que necessita pouca encenação,
para além do que vocês têm escutado. Podem acontecer mais
incidentes, mas serão seleccionados estrategicamente e apenas
para manter o medo vivo. O MEDO é a intenção de
tudo isto, e não a morte maciça. Uma vez que o nível do medo
atinja a saturação, será disponibilizada uma vacina para que a
praga não atinja os que estão protegidos por ela, ou pelo menos
será isto que será anunciado. Sem anti toxinas para todos,
poderia haver um frenesi para obter a pequena quantidade
disponível, e assim o medo poderia ser sustentado dentro da
maioria das pessoas, porque não seriam qualificados para as
inoculações. Mas serão qualificados os felizardos que não o
farão na frente da linha de vacinação.
Mãe, na
verdade, isto é um plano diabólico, mas na verdade, a intenção e
os resultados deste assunto do antrax,
são muito menos prejudiciais a longo prazo do que, virtualmente,
a poluição contínua e não questionada do ar, do solo e da água
pelos “agentes químicos,” como apelidais esta prática de semear
a atmosfera com toxinas. Todos estes actos viciosos são medidas
desesperadas para extinguir a luz crescente ou, pelo menos, para
diminuir o número de almas que está a acordar. O medo e o
frenesi pode lançar de novo, estas almas que estão a acordar,
para dentro dos seus casulos de adormecimento espiritual, e o
plano é ESSE, o objectivo por trás dos actos que se vêm e dos
que não se vêm.
A guerra é
outro assunto. Claro que isto também é sinistro, mas é com
intenção veementemente declarada de destruir um país, uma
população inteira se for necessário, para o bem de todos os
outros países. O objectivo é que, quer especificamente esse país
quer o seu povo são inutilizados como também o é o seu
território, que não terá condições para ser habitado. O petróleo
é o objectivo futuro e a terra é o caminho para ele.
Assim tendes
dois opostos nesta situação: as poucas vidas desgastadas para
iniciar e perpetuar, tanto quanto
possível, o medo do terrorismo biológico potencialmente global,
e uma nação inteira de povos que estão gastos porque a
aniquilação do seu país é para “eliminar o terrorismo” para o
bem do mundo. As semelhanças são, que ambas estas situações são
perpetradas por forças das quais não tendes conhecimento que
estejam publicamente dentro de tudo isto, e o objectivo é o
mesmo, a criação de negatividade densa. A negatividade surge, a
rodopiar como um tornado, da violência, da matança, do terror,
das vítimas da guerra, da dor dos sobreviventes, do medo dos
inocentes de todo o mundo, do ódio intenso daqueles que são
acusados e caçados.
S:
Quão nocivos foram os acontecimentos das últimas semanas para as
forças da luz?
MATEUS: Não
posso dizer que não tenha havido nenhum dano, porque o choque, a
dor, o horror e o medo que começou com o ruir das torres não
diminuiu visivelmente durante todo este tempo. Contudo, a luz
adicional que tem sido emitida através da galáxia e para além
dela, para dar apoio à luz sempre crescente, gerada e mantida
firmemente pelos seres de luz da Terra, existe em maior
abundância, do que antes destes acontecimentos.
Isto é porque
há mistificação sobre as forças das trevas. Aqueles que vivem
entre vós são superiores intelectual e tecnologicamente à
humanidade da terceira densidade da Terra, mas estão vazios de
compreensão espiritual. Estão tão perto de não ter luz nas suas
almas, excepto a ligação com centelha do Criador, e isto por sua
escolha, porque recusam consistentemente aceitar a luz que lhes
é oferecida continuamente. Parece que não aprenderam que a
natureza divina pode manifestar possibilidades infinitas,
simplesmente ao tornar-se
divina, ou cheia
de luz. Os seres que vão desde a quarta à sétima densidade
também habitam em lugares por baixo, acima ou na superfície da
Terra. Muitos são membros da vossa família universal a quem
podeis agradecer por gerar luz e também ancorar vastas frechas
de luz, emitidas por civilizações avançadas do exterior do
planeta.
Houve uma
conversa confusa sobre uma massa crítica que deve ser atingida
antes que a Terra possa “ascender”. Não é o número de almas, nem
a percentagem de almas residentes no planeta, que constitui a
massa crítica mas antes o grau de luz que pode ser sustentado
aí. Esta massa foi alcançada e ultrapassada, na ascensão,
contudo a incompreensão está a acontecer. A Terra está num
processo de ascensão, e todas as almas que foram receptivas à
luz e foram modificadas na estrutura celular, para fora ou para
cima, estão, de momento, a aumentar em clareza espiritual e
estão a ascender com ela em espírito.
S:
Mas a ascensão completa também é um processo físico, certo?
MATEUS:
Absolutamente, e Mãe, não é uma viagem que possas relatar
conscientemente! A fase da ascensão física, que se seguirá à
libertação da negatividade planetária e das escolhas finais das
almas individuais, não está ainda no horizonte próximo, mas
mesmo no vosso tempo linear, é definitivamente mais cedo do que
tarde. Quanto mais cedo acordarem, mais suave será a limpeza da
negatividade necessária antes da ascensão física. O princípio
desta fase será sem erros – está planeado que será precedida
pelos vossos amigos extra terrestres que, eventualmente, se
revelarão em vez de permanecerem escondidos entre vós como fazem
agora por segurança.
As almas que
declinaram aceitar a luz não continuarão. Os seus corpos físicos
morrerão e o registo da energia da alma levá-los-á
automaticamente a outros destinos compatíveis com a sua
liberdade de escolha, nas trevas. Também muitos milhões de
outras almas cujas vidas foram tornadas insuportavelmente
infelizes pelo tratamento de algumas poucas almas das trevas,
deixarão voluntariamente a Terra antes desses dias da viagem
alegre começar e embarcarão para um crescimento auto
seleccionado pela experiência, regressando talvez noutras vidas
ao Paraíso restaurado. Muitos milhões de almas já partiram por
essas razões.
S:
Mateus, podes afirmar,
inequivocamente, que se as pessoas se mantiverem firmes no amor,
compaixão, e atitudes de não julgamento, não há razão para
temerem o que está para vir?
MATEUS: A
prova maior do que estou a dizer é a tua serenidade e segurança
mesmo em face dos cabeçalhos e dos noticiários da TV. Mãe, as
respostas que vêm da tua alma, que está em contacto com a mente
universal, a mente de Deus, são o teu guia mais claro e mais
puro. São sempre estas as respostas a procurar.
Haverão
momentos, em que não poderás ver a luz na sua abundância, talvez
quando as catástrofes acabaram com muitas vidas? Claro que sim,
porque a “condição humana” por vezes deixa o stress e a
ansiedade ensombrar temporariamente a divindade de cada Eu. É
especialmente nesses momentos, que deves olhar calmamente para
dentro de ti, para obter compreensão, porque á superfície, o
acontecimento mundano é apenas aparente, e a nível de alma, são
conhecidas a causa primeira e o efeito.
Se me pedires
para te dar um pensamento profundo e restrito, tão inspirador e
capaz de erguer a alma, que não fosse necessário recordar nenhum
outro, é este:
Distingue a
tua Divindade.