Almas adormecidas; primeira parte do capítulo de “Deus: Mais de
Quem Eu sou” em Illuminations
for a New Era = Iluminações para uma
Nova Era
S: Mateus,
olá! Estou realmente surpreendida, queres começar já uma nova
mensagem?
MATEUS:
Mãe, querida alma, saudações! Será uma
mensagem diferente, e peço-te que escrevas o que acrescentaste à
lista de perguntas.
S:
OK, querido! Bem, uma leitora copiou alguns excertos de uma
mensagem que resumirei: Afirmaste que todos nós escolhemos estar
aqui e que nem todos que queriam vir foram escolhidos; e quando
a verdade, que foi escondida, emergir, mais do que aceitar a luz
e ascender com a Terra, muitos escolherão não ir. As perguntas
dela sobre este material são: Deus está desapontado com essas
almas, escolheu-as por erro, e elas afectarão adversamente o
progresso da ascensão da Terra?
MATEUS: Em
primeiro lugar, irei responder à segunda e terceira perguntas da
leitora. Não, seleccionar aquelas almas não pode ser considerado
um “erro.” Elas vieram com uma forte intenção de cumprir as suas
missões, de se lembrar porque foram seleccionadas e outras não;
contudo, ao expressar o seu livre arbítrio, algumas das suas
decisões principais não estavam alinhadas com os contratos de
alma e os seus cursos desviados foram seriamente atrasados, ou
talvez completamente empurrados para a ignição dentro da
iluminação. Se muitas ou mesmo todas que ainda estão adormecidas
conscientemente, não acordarem para o conhecimento das missões
escolhidas, terão outras oportunidades de o fazer e de ajudar
outros mundos da terceira densidade a evoluir. As almas que,
consciente e voluntariamente, se agarram aos modos das trevas
também terão oportunidade de abraçar a luz, mas a começar de
níveis baixos de conhecimento, como expliquei noutras mensagens.
O progresso da ascensão da Terra – o curso firme e a cadência –
é o alvo dela, e a sua “Idade Dourada” está assegurada, seja
qual for o número de
almas que a acompanhem.
Mãe, e
agora vais ver porque é uma “mensagem de qualidade diferente.” A
primeira pergunta da leitora, “Deus está desapontado com essas
almas?”, é melhor que seja respondida pelo próprio Deus (Ele
mesmo) – e digo “Ele mesmo” devido ao uso comum desta referência
masculina, mas Deus não tem género e a sua essência abrange Tudo
O Que É neste universo. Por favor, encontra a parte do livro
onde Ele descreve a não separação de todas as almas umas com as
outras e com Ele, e copia-a para aqui.
S: ….
Mash, é um capítulo longo em
Illuminations
for a New Era (Iluminações para uma
Nova Era) – copiei-o e tem quatro vezes o espaço limite. Deus
destacou partes específicas das nossas conversas para explicar
ainda mais sobre Ele do que noutros capítulos daquela secção. Li
tudo de novo e não consigo ver um início lógico nem pontos para
parar.
MATEUS:
Mãe, é de importância vital para as pessoas conhecerem Deus
através das suas próprias palavras para que saibam quem
ELES próprios são! As almas na
Terra estão, em larga medida, profundamente adormecidas, não
conhecedoras da sua divindade, porque se sentem isoladas,
desligadas, afastadas mais do que se sentem Uma Parte da
Totalidade Universal; e na sua separação, de que estão cientes,
abrangem o espectro emocional do medo, da confusão, da solidão e
do desespero através da apatia, da auto
absorção, do consumismo e da intolerância ou fanatismo.
Irradiamos constantemente luz intensa para mexer com os corações
e aumentar o conhecimento, mas muitos ainda ignoram ou
interpretam mal as sensações e as mensagens das suas almas. Como
eu gostava que todos os livros estivessem à disposição de todos
os que procuram as suas almas, ou pelo menos que estas mensagens
os pudessem alcançar! Talvez eu devesse ter enviado este
capítulo mais cedo, mas não o fiz; por favor, envia isto agora
em emails separados indicando
mensagem 1, 2, 3 e 4. Obrigado, Mãe, e obrigada bem amados
leitores, por partilharem esta informação com todos os que estão
receptivos.
______________________________
God: More
of Who I
Am
= Deus: Mais de Quem Eu Sou
13
de Janeiro de 1997
S:
Deus está encorajado pelo progresso aqui que não podemos ver mas
que pode ser visto do vosso ponto de vantagem?
MATEUS:
Creio que sim, mas penso que irias preferir a Sua resposta
directa.
S: Pergunto-Lhe,
como dizendo “Deus, podemos conversar”?
MATEUS:
Diria que sim!
S:
Bem, então, Deus, tu conheces a minha pergunta e os meus
sentimentos sobre o que eu e Mateus temos estado a discutir?
Como saberei que estás a responder, se o fizeres?
DEUS: Minha
filha, fico contente porque sentiste suficiente segurança para
dactilografares “DEUS:” e não “?:”.
Poderás ter sempre a certeza se permitires
precisamente que a sua sensação penetre a tua incerteza.
Quanto ao
“progresso” na Terra, Eu choro com cada alma que está a sofrer
de qualquer modo e regozijo-me com cada alma que está a sentir
alegria. Eu sou a alma de todos os que são os piores e de todos
que são os melhores, por isso Eu não posso ser separado do
melhor nem separado do pior. Estou feliz sobre o que estou a ver
acontecer na Terra? Por aqueles que estão felizes, sim, Eu
também estou. Por aqueles que estão preocupados porque o seu
poder tirânico está a diminuir Eu também sinto isso.
Vês?
S: Penso
que sim, mas quero dizer como o Deus total, a totalidade das
almas neste universo, como Te sentes?
DEUS:
Não há “a totalidade inteira” de peças separadas, há
amálgama. As almas são invioláveis durante as suas vidas
físicas e permanecem invioláveis em espírito, por isso elas
influenciam dentro do corpo de Deus tal como influenciam a peça
que se desenrola na Terra. É simples, não é complexo, mas estou
a ver que não estás a apanhar o significado das minhas palavras.
Como um dos
meus filhos, tens importância igual à vida de Jesus que as
religiões cristãs exaltam como perfeito aos meus olhos, e tens
importância igual à alma que está a causar miséria e morte. Há
quantidades iguais dos meus poderes e do meu amor dentro de cada
alma que nasce num corpo que reconheces ou num corpo que não
reconheces ou um corpo cuja aparência nem consegues conceber.
Além disso, desejas que Eu veja algo que não existe para além da
vista de Mim na Terra, de que Eu sou
apenas um Deus de amor e misericórdia.
Com
aspectos iguais do que pensas como bem e do que decretas como
mal, como é que Eu posso ser senão o que Eu sou? Num estádio da
minha Totalidade, Eu era
pura luz e puro amor. Depois, partes das minhas criações
desceram para as trevas a que Mateus se refere, mas, contudo,
elas eram partes inseparáveis da minha totalidade. E assim elas
permanecem.
É por isso
que não te posso dar a resposta que desejas no teu coração,
querida filha, que Eu estou triste e consternado pela injustiça
e pela brutalidade. Nem posso dizer que estou alegre apenas por
que Eu vejo a luz a ser espalhada na Terra. Eu posso apenas
responder como a amálgama dos dois lados de cada
alma. Cada alma tem o seu potencial para o bem e para o mal, ou
para a divindade como aconteceu no Princípio e para o mal, como
o vês,
em movimento. Minha
filha, podes relacionar o que Eu sou com toda a verdade que te
disse?
S:
Desculpa, mas não sei. Por favor deixa-me ler o que disseste.
….Obrigada. Não tenho a certeza de
ter compreendido tudo, mas o que disseste não me parece
consistente com o que Mateus disse sobre um “Deus totalmente
amoroso.”
DEUS:
Então deixa-me corrigir Mateus. Há resistência a quem Eu
sou na “totalidade” em todos os
lugares onde prevalecem as religiões. Primeiro, EU SOU quem EU
SOU. E quem EU SOU é o que tu e inúmeros – bem, eu podia ter uma
conta actualizada se quisesse investigar e dizer-te, mas não o
quero fazer neste momento – por isso Eu direi que Eu sou os
inúmeros seres que estão a viver sob qualquer forma, em qualquer
lugar, dentro deste universo em qualquer partícula de tempo
desde o Princípio.
Eu não sou
uma super alma separada – ou pai, se desejares – que
posso ver a minha semelhança num filho meu mas fico desapontado
quando o filho não cresce dentro das minhas medidas de bem ou de
mal. Eu não tenho tais medidas para os meus filhos!
Há aquela energia a equilibrar os pólos opostos que Mateus chama
luz e trevas, e que é tão boa como qualquer diferenciação para
duas forças opostas.
Essas
forças opostas mantêm o universo a girar, por isso, não serão
mudadas em breve, do seu estado de oposição ou tudo ficaria fora
de controlo. Quanto às almas, como tudo no universo, elas são
energia, a minha energia de luz original porque eu fui criado
conjuntamente pelo Criador e pelo mais elevado reino angélico.
Contudo, quando o livre arbítrio se tornou “abusado sem
misericórdia” – estou a concordar em usar as vossas palavras
porque é o vosso sentimento, mas isto não está correcto aos meus
olhos, minha querida….
Deixa-me
começar de novo. Eu sou cada pessoa que é julgada sob uma luz
tão pobre pelos outros, que não podem conhecer o coração e a
alma de apenas esse um. Nenhum de vós na Terra está ligado em
conhecimento a nível de alma, por isso os vossos julgamentos não
podem estar em boa condição no que diz respeito ao
propósito particular de uma alma nesta vida. Cada um
concordou em representar a sua parte (dele ou dela) no acto do
equilíbrio, e sei quantas vezes Mateus te disse sobre a
necessidade de equilíbrio em cada alma para que se possa
estender a todos da Terra. A todos do universo, para este
assunto.
Suzanne,
estou a ver que me estou a afastar do que perguntaste ao
princípio: Como me sinto sobre o que tu e Mateus
estavam a discutir? Mas respondi a isso, Não precisamente o
que querias ouvir. Podemos continuar?
S: Então
“Deus pessoal” significa que Tu respeitas
a vida de cada pessoa como qual quer outra vida?
DEUS: Sim,
mas conheço a tua pergunta sobre motivo e
intenção contando com mais do que a evidência. Há a
diferença. Talvez, de que tu queres tanto que Eu traga a este
comentário. Eu DESEJO que todas as
minhas partes estejam dentro da luz na qual eu fui criado?
Sim! Quem não desejaria que a
perfeição do Criador voltasse de novo!
Mas Eu não
proponho a condenação ou o castigo a
nenhuma parte de mim faltosa. Estou aqui para responder àquilo
que vós chamais de orações da “divindade” assim como estou
ligado pelas leis do Criador que foram estabelecidas dentro dos
parâmetros dos meus poderes operacionais se a escolha feita
não estiver dentro da luz. Estás a ver?
S: Não
estou certa de ter ouvido a última frase correctamente. Se ouvi,
o seu significado ainda não é claro para mim.
DEUS: Claro
que sei isso, mas pretendo dar-te oportunidades frequentes para
fazeres perguntas mais do que o meu monólogo que tu não
compreendes nada dele. Por isso, para esclarecer: Eu sou aquele
que vive sempre, todo o tempo, em toda a parte neste universo.
Não posso ser uma entidade separada ou um poder para além do que
me foi dado.
Nem posso
fazer novas leis da ciência ou da natureza do que vós chamais
também as minhas leis. Elas
NÃO são as minhas leis, são as leis do
Criador! Dentro daquelas em que fui criado e às quais estou
obrigado a honrar. Eu não objecto a essas leis, mas objecto a
vê-las atribuídas a Mim apenas porque é uma parte da vossa não
compreensão sobre Mim que prevalece nas vossas mentes.
S: Se
és a totalidade das trevas e da luz e realmente queres que a luz
prevaleça, não é negar às trevas o que eles querem?
DEUS: É
gratificante ver-te pensar, minha querida filha.
Hatonn ficaria encantado.
Porquê? Porque ele é um dos meus aspectos principais no que
diz respeito a comunicações e registos, e ele adora pensamentos
profundos para lá da superficialidade dos inúmeros pensamentos
que emanam da Terra. Foi-lhe dada um castigo injusto porque
durante eras uma das minhas filhas reclama que ela foi sujeita
por ele a uma acusação injusta, e não foi o caso, mas isso é
outra história.
Estás
aborrecida por que estou a tomar partido, ou melhor dizendo,
não posso tomar partido. Então quem te pode
corrigir melhor, minha filha? Eu sou, em grande quantidade, a
gentileza e a procura no caminho da luz como desejas estar, mas
há a parte de mim que é igualmente, e não pode negar, aquela
alma cujos interesses e acções são o que chamais o mal. Não
estou separado daquela alma, e seja o que for que aquela alma
faça e todos os seus efeitos, por mais “não divinos,” como
pensas, são parte de mim e são uma parte inseparável de mim. Por
isso, dizer que podia “tomar partido” de mim mesmo é
completamente não científico, não é verdade?
S: Então
parece mesmo que estamos por conta própria, aos tropeções por aí
fora a pensar que as preces pela segurança ou pela saúde de
alguém estão a alcançar-Te, mas na
realidade, tudo o que fazemos é ser conhecedores. Então, será
que alguma intervenção benéfica real chega de outras fontes,
como dos anjos, dos espíritos guias, das almas no Nirvana ou das
civilizações extra terrestres altamente evoluídas?
DEUS: Essa
disposição é assim tão má, minha filha?
….Estás à espera que eu continue,
como se Eu não tivesse dito tudo, aqui mesmo.
S: Essas
outras fontes são Tu mesmo, não são?
DEUS:
Estás a ver!
Não pretendo com isto ser como os vossos analistas da mente que
desejam que vocês vejam por vós próprios do que vos dizer os
factos. Mas foi imensamente gratificante para Mim que chegasses
a esta conclusão, como também foi para ti, querida
Suzanne.
Minha
querida filha, podes ver que não sou o Deus que durante todos
estes anos acreditaste que Eu fosse. Ainda te agarras à ideia de
que aquilo que te ensinaram está correcto – OK, que, pelo menos,
a maioria é. Mas muito disso não é! Bom, pode ter
sido que, por um momento agora e depois no tempo da Terra tenha
sido, quando algumas das pessoas que receberam a verdade que
enviei por vários mensageiros como Eu pretendi, pensaram nisso
como “religião.” Mas na verdade foi o espírito –
ver, sentir, VIVER a luz e o amor no ministério dos meus filhos
que levaram a minha PALAVRA.
Especialmente no caso do meu filho Emmanuel,
a quem chamas Jesus, as mensagens foram rapidamente deturpadas
naquilo que os chefes a serviço de si próprios daqueles tempos
necessitavam, para manter as suas posições de autoridade e
controlo. A avareza e o poder influenciam sempre o caminho da
verdade. Por isso, as religiões de hoje ensinam a mentiras
herdadas daqueles primeiros chefes que as tornaram ensinamentos
religiosos, e afligem sempre aqueles que discordam!
Mateus
explicou isso e mesmo assim não te libertaste do controlo
completo que toda essa doutrina cristã ganhou sobre o teu poder
de raciocínio. Oh, sim, estás a
abrir-te para a verdade porque não queres o teu filho a divulgar
informação incorrecta. Certamente que não! Mas é difícil para ti
aceitar o prejuízo que foi causado pela supressão da verdade que
naquele tempo enviei e que de novo tenho enviado para a Terra.
E aonde é
que isto levou? Mais e mais luta –
mesmo matança de uns contra os outros em meu nome! –
entre as várias religiões que se
formaram pelas distorções deliberadas das palavras dos meus
mensageiros. Cada religião pensa que está absolutamente certa e
que é a única certa. Oh, meu! E porque cada uma
dessas almas que acredita no que lhe foi ensinado (a ele ou a
ela), é uma parte de Mim, e
Eu sou todos eles,
amo a todos sem reserva, estás a ver.
S: Deus,
obrigada por teres falado comigo. Penso que sabes que não estou
confortável com o que me disseste, mas talvez com mais tempo
para pensar nisso, ficarei.
DEUS: Minha
filha, com humildade, respeito e amor divino sustento-te,
abraço-te e permito que experimentes de acordo com as tuas
necessidades e desejos. Em nenhum momento estarei separado de
ti, em nenhum momento estarei desapontado contigo, e em nenhum
momento te atribuirei faltas ou te julgarei, e nunca seremos
mais ou menos do que somos. E é o mesmo com todos
os meus filhos. Amen
S:
Mateus? Sabes sobre o que Deus e eu falamos?
MATEUS:
Sim, Mãe, sei da tua perturbação que Deus parece tão diferente
do Deus Todo Poderoso e Todo Misericordioso da tua orientação
religiosa que ainda sustenta as tuas crenças muito fortemente.
Deus não falaria desfavoravelmente de Si próprio, e Ele não
seria desonesto contigo, mesmo se parte dele são aquelas almas
onde reina a desonestidade. Tu pedes apenas luz, e desse modo,
recebes o que pedes.
S:
Bem, necessito ler isto de novo para realmente digerir tudo, mas
Mateus, tenho presente a parte essencial disto e o que me
falaste e o que Deus disse não é o
mesmo.Então o que dizes sobre isto?
MATEUS:
Mãe, não, não expliquei Deus tão completamente como Ele próprio
o fez, e muitas vezes no meu desejo de fazer um ponto sobre o
amor e a luz serem tão desesperadamente necessários na Terra, eu
tenha atribuído isso a Ele. Mas lembra-te, por favor, que te
disse que cada alma é uma parte inseparável de Deus, e pensa nas
muitas vezes que mencionei a necessidade de equilíbrio. Pensa
quantas vezes tenho explicado o desempenho das lições
karmicas e porque julgar as acções
dos outros não é o caminho a seguir porque não sabes que papeis
para alcançar o equilíbrio estão a funcionar. Mas reconheço a
minha omissão em não ter exposto isto tudo junto para que
compreendesses que Deus é tudo da luz e das trevas
a desempenhar o equilíbrio karmico.
26 de Maio
de 1997
S: Então
estou a falar com Deus agora?
DEUS: Sim,
minha querida, estás. Tu e Eu já discutimos
que estás em comunhão comigo mais do que se estivesses num
edifício erigido por uma religião a atribuir “A palavra de Deus”
para a sua formação.
Então,
pediste a Mateus como posso ser “perfeito” se sou cada alma na
Terra e ele estava a pensar perguntar-Me
como devia responder. Disse-lhe que Eu mesmo o faria. Por isso,
minha filha, podemos agora falar sobre se Eu sou “perfeito”?
S: Não
quero ofender, sabes disto, não sabes? Mas uma vez que és uma
síntese de todas as almas em toda a parte e nenhum de nós é
perfeito, como podes ser perfeito com tantas das nossas partes
imperfeitas?
DEUS:
Suzy, minha querida filha, quanto à
minha “perfeição,” disseste isso melhor do que eu diria – as
“partes imperfeitas.” Não, claro que Eu não sou
perfeito! Não estou no nível da perfeição.
No Criador
TUDO É PERFEITO. Depois há aquele nível mais perto do Criador, o
reino de Cristo (Christed
realm), onde começou a criação
conjunta e onde toda a criação conjunta ainda é
desse material original, apenas amor e luz. Esse é o nível da
energia da alma de onde Jesus e os meus outros mensageiros
incarnaram neste universo. Para esclarecer, as suas almas
incarnam ou estão apenas na essência da energia onde a
intensidade do amor e da luz é necessária no cosmos, não apenas
neste universo. Aquele reino também é onde o Criador conferiu a
todas as almas a Sua dádiva do livre arbítrio com a inerente
capacidade de manifestação, ou criação conjunta com Ele.
Foi na
criação conjunta do Criador e daquelas almas do reino de Cristo
onde Eu – e os deuses dos outros universos –
viemos à existência. Por isso podes ver que dentro da
minha latitude de conhecimento e de poderes e também na latitude
dos outros deuses, há menos capacidade de criação conjunta. Com
o Criador, cada um de nós, deuses, criamos conjuntamente o
universo no qual reinamos.
Enquanto
que a perfeição ainda reina naquele reino de Cristo acima de
mim, uma vez afastadas dele, as almas tiveram livre
arbítrio para criarem conjuntamente como podiam visualizar ou
imaginar. Foi quando começaram as imperfeições. No princípio foi
na inocência total, porque o processo era novo. E uma vez
estabelecido a que junções e que poderes foram distribuídos para
cada criação conjunta, a perfeição podia ter sido restaurada e
mantida, mas o elemento do livre arbítrio desceu em desejo e
intenção. Desde essa altura, a imperfeição foi criada
conjuntamente porque os elementos, se bem que os mesmos, não
foram juntos na perfeição da sua origem.
Então agora
se me quiseres interrogar mais, estou ao teu serviço. Contudo,
se falares mais com Mateus, então ele e Eu estamos ambos ao teu
serviço.
S: Deus,
estás a dizer que não há perfeição em Ti ou em quaisquer almas
no teu universo?
DEUS:
Sim. Minha filha, por favor lê o que acabei de
dizer-te e verás porque é que não há.
S:
OK, farei isso, e obrigada, Deus, por ter falado comigo. Agora,
por favor, posso falar de novo com Mateus, com a protecção total
da luz?
DEUS: Como
te disse muitas vezes, mas estou feliz por repeti-lo, estás
dentro da luz e assim protegida em todos os momentos porque
pediste isso. TODOS os que pedirem luz nas suas vidas recebem-na
só pelo pedido! E agora, minha filha,
saúda o teu filho da Terra, Mateus.
30 de
Outubro de 1997
S: Tens
comunicação constante com o Criador?
DEUS:
Não, apenas quando é necessário. Os meios estão sempre abertos.
Estamos cientes de tudo, podeis dizê-lo, sem chalacear sobre
isso. Não há nada sobre mim que o Criador desconheça, assim como
não há nada que vós façais ou que sintam que
Eu desconheça. E há não interferência total de
ambos os lados – isto é, ente o Criador e mim e mim e vós. A
mesma razão e funcionamento dirige ambas estas bases de não
interferência.
Vamos
regressar à nossa conversa que foi interrompida no outro dia,
sobre livre arbítrio. Tu compreendes o livre arbítrio,
Suzy, apenas não gostas dele,
portanto vamos falar dele. Para ti o livre arbítrio parece uma
maldição, e acredita-me, como o
recipiente frequente dele – deves compreender o
humor subentendido aqui – Eu concordo! Contudo, há
lições que têm de ser aprendidas, vidas escolhidas que têm de
ser experimentadas, apenas porque há a dor que para
vós parece ser intolerável. Tem de haver equilíbrio em todo o
experimentar da alma, e dir-te-ei porque é que não está
automaticamente aí e como é que tem de ser ganho de novo.
Quando a
“queda da graça” original – vamos chamar-lhe assim – aconteceu
com as trevas originais a entrarem na luz, então o equilíbrio
que está apenas dentro da luz foi batido para um
lado. Não foi uma decisão arbitrária do Criador que cada uma das
Suas partes em todo o cosmos tem de regressar a Ele para a
reintegração acontecer e toda a luz prevalecer. Isto é, não é
apenas uma ideia do que seria bonito. Isto é essencial
dentro das leis da física, na vossa palavra, que governa não
apenas o uso da energia da Terra e a causa e o efeito, mas em
todo o cosmos este princípio é assim. E até que toda a energia
de luz original esteja de “regresso a casa”, haverá essa
condição de pender para um lado a prevalecer.
Contudo,
cada alma é dotada com o conhecimento do caminho de regresso
para o Criador, e em cada vida física de qualquer alma é dada a
direcção para preencher alguma lacuna na aprendizagem. O
problema foi criado quando demasiado gozo se tornou focado
naquilo que chamais de “mal,” e o princípio do livre arbítrio da
física se tornou bloqueado no topo onde o “mal” residia no
sentido do máximo do controlo e da autoridade. Por isso, o
decreto teve de ser feito - e o
Criador fê-lo – para remover aquele controlo para que o poder de
tomar decisões, da escolha de livre arbítrio, se tornasse de
novo a província independente de cada aspecto de experiência de
cada alma. (NOTA: o “Decreto do Criador”
em
Revelations For
A
New Era = Revelações Para Uma Nova
Era cobre largamente este assunto,)