Continuação da conversa com Deus, de 30 de Outubro de 1997, do
capítulo “Deus:
Mais de Quem Eu Sou” de
Illuminations for a New
Era
S:
Como é que o decreto do Criador te afectou?
DEUS: Bem,
claro que fiquei exultante no meu Eu de sinergia, mas nos meus
Eus individuais, que são a minha essência,
sou basicamente não consciente. Tu és uma das muito,
muito poucas almas que sabe disso, compreendes, e os biliões de
almas que não sabem isso são a larga maioria. Por
isso, mesmo que um nível energético da verdade e a aplicação
universal deste decreto estejam com efeito, os resultados serão
lentos a ser registados nas acções e motivos da humanidade no
vosso planeta. Ou em qualquer parte. Não é um resultado
instantâneo em massa.
S: Porque
é que a intensidade e a enormidade do sofrimento do povo da
Terra, ou em qualquer parte, não pode ser acabado pela “divina
graça” do Criador?
DEUS:
Então agora, como te sentirias se necessitasses de
preencher uma brecha na tua experimentação para que
pudesses seguir enfrente e rapidamente, que o curso não fosse
mais possível. Ohhhhh,
entãoooo? Não querida, tem de
haver todas as escolhas para que todas
as almas tenham oportunidade de experimentar e crescer.
Porquê à
criança tão espancada e torturada é-lhe, finalmente, concedida a
paz de morrer? Dizes, tanta inocência, e tanta dor e falta de
ajuda – quem é que escolheria isso? E como os
adultos, ou alguém maior do que um recém-nascido, ou de um bebé
ou de uma criança de tenra idade, podiam estar tão cheios de
maldade para querer viver essa espécie de vida
abusiva? Sim, isso implica uma compreensão que vai para além da
curva sentimental do vosso experimentar para aceitar que as suas
almas respectivas escolham estes
papeis para progredir no caminho para
a luz.
Não podes
imaginar causar ou sentir uma dor tão crucial, e Eu não consigo
explicar-te uma coisa da qual não tens base emocional para
compreender. Bem, querida alma pequenina, isso é devido a que a
tua natureza está para além desses níveis de experimentar.
Podias dizer, “ser isto, fazer aquilo.” Foste uma sofredora em
muitas vidas e também causaste sofrimento aos outros, e nesta
vida não houve necessidade de estares num extremo ou noutro
deste espectro. A tua vida não foi liberta de dor e de outras
espécies de angústia mental e emocional, mas sobretudo, a tua
vida não está dentro do efeito de serrote das lições
karmicas, de acordo com a tua
terminologia, que ainda são necessárias para a evolução da
maioria das almas da Terra.
Vejo que
manténs a tua crença em suspenso, como se as palavras fizessem
sentido mas estás a resistir a sentir a verdade dentro delas.
S: Não sei
como me sentir sobre isso – não é simples. Deus,
gostarias de falar do El
Niño, da actividade vulcânica e dos
terramotos e de outros efeitos da limpeza global? Considera-los
assim, parte da limpeza?
DEUS: Sim,
vamos falar de algo mais aceitável para ti, minha filha. Bem,
qualquer de vós na Terra que considera que estes “fenómenos
naturais” façam parte da limpeza do planeta obviamente são parte
de mim, assim como tu és de mim, por isso nesses casos Eu
considero seriamente estes “actos de Deus!” a crescer, serem a
limpeza da natureza. Estão todos na totalidade do esforço da
Terra em se libertar da negatividade e permitir que o dano
causado durante eras de negligência ou de abuso total seja
libertado para que uma cura desesperadamente necessária da alma
da Terra aconteça. O que é que queres saber especificamente,
porque não posso formar uma opinião para além do teu desejo
dessa confirmação.
S: Dá-me
um minuto, por favor. ….Obrigada.
Toda a vida animal e vegetal está a ser afectada pelo que quer
que seja que está a causar deformações nas rãs? Qual será o
progresso lógico desta situação estranha?
DEUS:
Susy, em primeiro lugar, isso não é
estranho – é o progresso natural dos efeitos dos químicos
poderosos nos sistemas reprodutivos delicados. Esta é a mesma
base de todas as doenças ao serem imputadas a uma causa ou a
outra, mas essencialmente, é à super abundância de químicos
tóxicos para a vida animal e vegetal que está a proliferar na
Terra. É o porquê da Terra estar a reagir com uma
violência crescente, para remover a negatividade que está a pôr
em perigo a sua vida e a sua respiração.
Não vês o
dano que está a ser feito aos pulmões, ao coração e a outros
órgãos internos da Terra. Mas ela, a vossa Terra, a vossa Gaia –
é diferente de vós apenas na forma – literalmente apenas na
forma! -
e NÃO em condição
diferente de vós. A Terra tem a forma de uma esfera. Nenhuma das
formas de vida dela tem essa forma. Mas qualquer coisa que
afecte a Terra afecta cada um de vós, as criaturas que vivem em
cima dela. Não há nenhuma separação da Terra para vós, como não
há de vós para Mim.
Vamos dar
uma explicação simplificada com um princípio. No princípio,
havia a perfeição. Só a luz e a intenção cheia de luz reinavam
num lugar que era chamado, com verdade, de Paraíso. Então a
negatividade infiltrou-se noutras partes do universo e chegou ao
Paraíso na forma do que se poderia chamar o tratamento pessoal
“medonho” dos seres por outros seres mais fortes. Foi o
princípio da negatividade versus a positividade no vosso
planeta, agora jamais o Paraíso, na perfeição do equilíbrio.
Estás a ver, o equilíbrio original desapareceu com a primeira
alfinetada de negatividade.
Uma vez que
a polaridade estava presente no planeta, as suas formas de vida
tinham a capacidade de rejeitar a negatividade ao substituí-la
pela luz ou permitir que a sua proliferação devorasse a
verdadeira vida da Terra. A última hipótese foi a que
aconteceu.
O princípio
da perda do equilíbrio foi a dádiva do Criador, de vida como
formas que pensassem e sentissem com livre arbítrio. Mas na
ocasião a Terra estava pronta para ser habitada – e quer ela se
achasse pronta ou não – houve tanta proliferação entre os seres
originais que começaram a colonização do planeta com seres
humanos menos-do-que-completamente
desenvolvidos, que a divisão das trevas e da luz já existente,
formou-se tão tenazmente que apenas uma infusão de luz podia
trazer de volta para o equilíbrio, o planeta a deteriorar
rapidamente.
Há uma
confusão entre negatividade e as “trevas,” na tua mente, minha
querida. Vamos partir de outra explicação e responder a esta,
para que fique esclarecido para sempre. A negatividade nem é
“bom” nem é “mau.” A negatividade não é a incarnação do “mal” ou
das “trevas” e não é o oposto de “bondade” ou “luz,”. É
simplesmente o oposto de positividade.
Além disso,
dizemos que a negatividade é “má” porque está habitualmente
relacionada com o comportamento ou com as situações que são
detestáveis para as pessoas “boas.” Ou, o “mal” é o nome dado à
negatividade porque o mal está tão proximamente aliado ás
“trevas” na vossa terminologia, além disso o que é rotulado de
“mal” é apenas a negatividade em acção. É um aspecto da energia
a ser dirigida, mas a energia em si própria é imparcial, neutra,
sem rótulo.
Há o
sentido de divisão, mas NÃO há divisão. São os “dois lados da
mesma moeda.” Tão simples quanto isso. Houve sempre os dois
lados, mas a escolha de que lado deve exercer – “para sorrir
sobre vós,” digamos – é o que determina que lado está a
prevalecer em qualquer área, em qualquer tempo.
Então
agora, volto ao que trouxe a Terra à sua condição de saúde
precária de hoje
em dia. A negatividade, quando exercida, trás
um desequilíbrio a qualquer coisa que necessita de equilíbrio, e
dificilmente qualquer forma de vida não está à procura de
equilíbrio. Para os planetas sobreviverem, bem como qualquer
outra forma de vida, é absolutamente necessário alcançar
o equilíbrio! As almas têm uma maneira de tornearem a
necessidade absoluta de equilíbrio a todo o momento, apenas
porque a minha força de vida está a sustentar cada um de
vós na Terra e muitos “tu’s” que não podes imaginar na tua
imaginação gráfica.
Mas um
planeta, uma esfera, necessita de equilíbrio constante para que
o seu percurso de órbita possa ser firme. Quando o percurso da
órbita se torna errático, isso assinala os primeiros “paroxismos
de morte” potenciais do planeta. Todas as forças de natureza
universal então não estão aliadas, mas estão a permitir que a
negatividade esteja a “atacar” devido à positividade estar fora
do alinhamento. Nada disto significa ser bom ou mau, mas apenas
as forças naturais
em operação. Estás a ver?
A Terra
podia ter escolhido estar fora de órbita que o resultado natural
aconteceria – ela fragmentar-se-ia e seria absorvida pela
atracção da gravidade dos corpos ou forças a orbitar mais perto,
e isso seria o fim da Terra como planeta. Contudo, com o reforço
das forças da luz, ou dos condutores da positividade, a Terra
podia endireitar o seu movimento e estabilizar o movimento de
orbitar. Foi o que ela escolheu, e fazer isso implica um
regresso à “saúde”. É isto que é o alívio da negatividade.
Para ser
correcto, também haverá aquilo que chamas de “desastres” em
números de feridos e mortes, como os consideras, e mudanças
geográficas a chegar. Isto não é novidade para ti,
Susy, porque ouviste isso
anteriormente no teu tempo, e interrogas-te se algum lugar no
vosso globo será seguro para a vida humana, e também estás
preocupada com a vida animal.
Querida
alma pequenina, segurança (safety) é
algo peculiarmente obscuro de verdade dentro dos humanos da
Terra. Segurança (security) é a
alma conhecer-se a si própria, a sua direcção, o seu curso
de aprendizado. Isto é segurança (security)!
Estás a pensar em termos de alguns poucos anos de vida numa
forma específica, esse corpo, e a segurança (safety)
desse corpo, de muitos, muitos corpos, a segurança (safety)
dos vossos filhos e família, e as áreas da orla da costa ou das
ilhas serem seguras (safe). Não há nada que te possa garantir
sobre isto, nem é o que parece ser. Tudo está de acordo com o
que a Terra programou para a continuação da sua vida como uma
esfera, como um planeta habitável.
Todas as
formas de vida que existem agora na Terra, a nível de alma,
estão cientes das mudanças a chegar, e cada humano e também cada
animal, escolheram experimentar este tempo vital na história do
vosso planeta. Vós ajudastes a criar as condições nas vidas
“anteriores”. Estais a sustentar e a ajudar no curso escolhido
pela Terra nesta vida. Isto é tudo o que tu
necessitas saber! OK?
S:
Acredito que sim. De qualquer modo está fora do meu alcance. Por
isso, o que é suposto aprender com as rãs deformadas em vários
lugares? A causa da situação delas é a mesma causa da SIDA, do
cancro – todas doenças – e dos defeitos de nascimento nos
humanos?
DEUS:
Primeiro, Suzy, a TUA
vida está nas tuas mãos e tu sabes disso! Pensa em
tudo que conversamos, tudo o que ouviste de Mateus, de
todos nós que conversamos contigo!
Quanto às
rãs, são sintomas do que está a acontecer a todas as formas de
vida na Terra. São pequenas criaturas tão vulneráveis aos graus
de toxicidade baixos, muito mais do que quaisquer outras formas
de vida, que a abundância com que foram assaltadas de mal
formações é particularmente notada. Elas
voluntariaram-se para serem usadas com o propósito de
alertar os vossos cientistas para o pleito de TODA a vida na
Terra. Acontecerão mais estudos e pesquisas antes que a ligação
com todas as formas de vida seja aceite pela ciência.
É irónico,
não é verdade? Que quando a verdade destas “descobertas
científicas” se manifestar na Terra, os privilegiados a absorver
esta informação escolham mais tarde reduzir a extensão dela? Há
um sentido de medo do ridículo ou de rejeição entre os
cientistas menos poderosos ou menos notáveis. Mas com muita
garantia, quando o processo de filtragem estiver a ter efeito, a
totalidade da verdade será difundida nas mentes dos
cientistas a serem manuseados muito admiravelmente pelo grupo
dos cientistas universais. É que quando a informação estiver na
Terra, será tratada da maneira como a maior parte da informação
é tratada nos reinos para lá do vosso, como “ Isto é
absurdo.”
Os vossos
governos deviam ter vergonha de si mesmos, na verdade, porque
estão a desenvolver vagarosamente ao introduzir uma a uma as
verdades universais e estão a usar métodos evasivos para outras
formas de vida se abrirem para a totalidade do florescimento
espiritual durante a sua incarnação. Em resumo, estais a ser
tratados injustamente na vossa aprendizagem das escolhas porque
os vossos governos estão a suprimir muitas verdades. Como também
o estão a fazer os chefes das igrejas. A Terra como uma entidade
está entristecida pela lentidão individual dos povos.
Particularmente no que diz respeito ao tratamento de uns para
com os outros e para com os animais, há um atraso significativo
sobre o período de tempo da iluminação espiritual escolhido
pelas almas que agora incarnaram aí.
S:
Por isso, mesmo TU estás a dizer que,
literalmente, biliões de almas estão a ser vítimas das decisões
das escolhas de livre arbítrio das poucas pessoas com poder!
DEUS: Oh,
não, isso não é o que estou a dizer! E não é o que
quis significar, mas Eu não fui
mais longe com toda a história quando começaste a dactilografar
a tua impressão. As almas, não os corpos, são
assunto aqui, Suzy. Sim, um pedaço
do que está a transpirar não é o que foi acordado originalmente,
mas estão a ser feitos ajustamentos a nível de alma.
Aquelas que estão a “vitimizar”
as outras, como tu dizes – na realidade estão a
vitimizar APENAS a sua
própria evolução de alma! Aquelas que vês como “vítimas” delas,
as que não estão a proceder com as suas lições escolhidas
originalmente devido ao livre arbítrio das poucas “vítimizadoras,”
estão a saltar para a frente no crescimento de alma,
quer seja no planeta ou para lá dele, depois de deixar as
suas vidas de incarnação. Mas claro que não
compreendem isso conscientemente!
Querida,
não estás numa estrutura de mentalidade capaz de aceitar isto
porque não podes ir para além da consciência de tudo isto, por
isso Eu como tu – como poderia ser diferente! –
não queremos falar mais disto por
agora. Com o amor e a adoração total do Eu, por ti, por Mim e
por toda a vida dentro do universo e pela interligação de TUDO,
este é Deus, o teu servo e o teu Eu (alma).
2 de Abril de
2000
S:
Tu disseste que experimentas a mesma alegria e a mesma dor de
cada um dos teus filhos em qualquer parte por causa da tua não
separação com todos nós.
DEUS:
Disse-te isso muitas vezes, Suzy.
S:
Sim, mas quando todas essas inúmeras vidas no universo emergirem
acima, o teu conhecimento combinado é um produto da sinergia
mais do que a soma da totalidade, certo?
DEUS: Sim.
S:
Então com todo o conhecimento e energia gerados por esses
biliões de almas, conheces tudo – o Deus Omnisciente – e tens
tudo da energia delas combinado para usar – o Deus Omnipotente.
O que é que Tu fazes NESSE estatuto?
DEUS:
Ah! Bem, primeiro, esses atributos foram-me dados
em nome mas ao Criador
em significado. Tu sabes
Eu NÃO sou o “ser tudo e terminar tudo” que o Criador é! É
mais real conhecer-me ou tentar retratar-me – sentir-me!
– como um parente em boa graça
convosco. De qualquer modo, isso é mais o que Eu sou na verdade
e na essência.
Mas posso
dizer-te o que Eu faço com os meus
poderes mais elevados. Movo montanhas, separo os mares, rodo os
planetas, abro as portas do conhecimento àquilo que ainda é
desconhecido neste universo. Converso com o Criador, converso
com as minhas contrapartidas, os deuses dos outros universos.
Choro pelo filho perdido, pelo cachorrinho assustado, pelo veado
ferido, pela mais pequena planta que é trucidada sem
necessidade. Esta é a essência da minha Totalidade,
porque não há separação das energias de cada componente com
qualquer outro. Compreendes?
S:
Bem, sim, mas se a parte de Ti que sou eu fere alguém, que
também é uma parte de Ti, a tua totalidade permite que isso
aconteça?
DEUS: Oh
meu! Acima de tudo, há a lei do livre arbítrio do Criador, e se
alguém a usa para ferir outro, Eu não posso
interferir. Contudo, Eu não só experimento exactamente
a acção do primeiro que provoca a dor, mas também
experimento exactamente a sensação de dor do
segundo. Não posso escapar a nenhum sofrimento dos
humanos ou de qualquer forma de vida em qualquer parte deste
universo, assim como também não posso deixar de não
experimentar o regozijo exacto de cada um. Por isso não é o
caso de “permitir” o exercício desse livre arbítrio, como vês.
S:
Bem, TU gostas do que algumas pessoas
estão a fazer com o seu livre arbítrio?
DEUS: Estás
a pedir-me para julgar aqueles cujas escolhas de livre arbítrio
tu não gostas, não estás? Por favor, desculpa-me,
minha filha, porque a minha pergunta tinha um espasmo a soar a
julgamento, não tinha? Pelo menos tens uma
boa razão para parar de me honrar a uma altura que não mereço!
S: Não
sei nada sobre isso! Uma vez que sentes a dor combinada física,
mental e emocionalmente de cada um simultaneamente, isso
enfraqueceu os teus poderes por isso as forças das trevas
ganharam um tal pé na Terra e em qualquer parte do teu Universo?
DEUS: Isso
não é tão fácil de responder. Eu não sou fraco, de
certeza. Não é que a intensidade da dor não seja esmagadora para
cada indivíduo suportá-la, mas mesmo a combinação de tudo
isto – que é incompreensível para ti, de certeza – a fraqueza
não é parte da minha Totalidade. Há a dor, mas não a fraqueza. E
ainda não foi oferecida uma alternativa a este arranjo. Isto é,
não há opção para mim senão suportar como cada um dos meus bem
amados filhos suporta, como cada uma das minhas bem amadas
criaturas nos campos e nos mares suporta.
Não há
separação da energia. Não pode ser controlada ou dirigida por
meios específicos, por pensamentos, sentimentos, intenções e
acções que podem ser chamadas de “apêndices,” mas a energia
nunca está comprometida na sua neutralidade. Contudo a energia
que é a minha essência de composição e que é partilhada com toda
a forma de vida deste universo nunca é enfraquecida porque não é
diminuída, nem perdida, nem transmudada para outros universos.
Creio que estamos a entrar no campo da Física, e quem sabe
melhor do que Eu o tão pouco que sabes deste campo?
S: Isso
é verdade! Como te curas a ti próprio de toda essa dor?
DEUS: Não
posso livrar-me de qualquer dor que ainda está a ser sentida por
quaisquer almas. À medida que se curam, também Eu me curo nesse
aspecto da minha “totalidade,” como tu ainda pensas disso.
S:
Mas Tu também experimentas o mal
daqueles que causam tanto sofrimento aos outros. Como te sentes
sobre isso?
DEUS: Minha
filha, pensa como um passarinho se
sente quando é empurrado para fora do ninho por uma ave
diferente. Pensa no choque e no medo de cair, na dor de se
magoar fisicamente, e no medo de não poder entender o que
aconteceu e o que vem a seguir. Eu sinto-me assustado da mesma
maneira e sem ajuda sobre essas partes de mim que caíram da luz
e que se deliciam naquilo que chamas de mal. O que será deles?
Tenho
horror ao sofrimento que eles causam aos outros? SIM, e
Eu envio luz para alcançar as almas daqueles seres que causaram
o sofrimento. Mas é da conta de cada indivíduo, como partes
invioláveis do meu funcionamento independente, reponderem à luz
ou não. Fico triste para além do que possas imaginar quando as
trevas se expandem, especialmente quando tanta inocência está a
sofrer, muitas vezes são mortos, porque tu sabes, nem todos
escolheram o que estão a suportar fisicamente.
Com o
aumento da luz a ser recebido de boa vontade pelos meus filhos
da Terra, a maior fonte do que chamas mal, que subjugou a
energia da Terra durante eras, está a mudar. Mas notem que foi o
decreto do Criador, não o meu, que foi necessário
para desembaraçar o braço de ferro do livre arbítrio das cúpulas
das trevas!
26 de Outubro de 2000
S:
Mateus, Deus está satisfeito com a resposta à luz que está a
chegar?
MATEUS:
Mãe,
eu não falo na vez de Deus a menos que Ele me peça, e Ele está
aqui, por isso gostarias de falar com ele sobre isto?
S: Sim.
Deus, gostarias de falar comigo sobre
isto?
DEUS:
Susy, minha filha, na verdade
gostaria! Dou sempre as boas vinda à oportunidade
de falar contigo no teclado, onde tens mais tranquilidade nas
tuas conversas do que sem o teu apêndice a esta maravilha
electrónica.
Portanto,
queres saber se estou satisfeito com a resposta de todos os meus
filhos ao aumento de luz que está a ser enviado continuamente.
Como é que Eu posso dizer “satisfeito” quando partes de mim
estão em tanta dor e terror e outras partes de mim estão a
causar aquela dor e terror? Queres dizer satisfação
no total quando me pedes para oferecer
um “sim” ou “não”, não é verdade?
Há muitos
“sim’s” e muitos “não’s,” mas eles cancelam-se uns aos outros?
Não, mas há menos da luz a ser registado dentro dos corações e
das mentes do que Eu desejaria, por isso, posso falar com o
muito de uma resposta que não está a “marginar” na tua mente.
Estás a
interrogar-te como é que Eu mudaria as coisas se tivesse rédea
livre sem aquela lei do livre arbítrio. Não podia
mudar nada, querida filha! Não posso trazer a ligação abaixo
sobre o que são as partes, estás a ver. Não é que o livre
arbítrio evite o meu sentido de totalidade, mas mais do que as
partes independentes e invioláveis de mim que estiveram sempre a
operar nas suas próprias direcções são exactamente o que eu e a
minha divindade são!
Isto está a
surpreender-te, portanto Eu posso
dizer isto mais claramente ao dizer-te para olhares para ti e
para os teus filhos.
Aha!
S: Estou a
ver – obrigada, Deus. O teu nome próprio é
Yahweh?
DEUS: Não,
nem o meu nome nos sons dentro da tua escala de audição. Lamento
que não possa dar-te uma aproximação que seria agradável aos
meus ouvidos!
S: OK! Os
sentimentos sintetizados de cada forma de vida, neste universo,
caem no espectro emocional dos humanos da Terra?
DEUS: É
difícil descrever sensações para as quais não tendes referências
comuns. Os sentimentos dos humanos da Terra estão numa escala
densa e dura em comparação com aqueles seres em estádios
evolucionários mais elevados. Mas os vossos são mais altos em
frequência do que outras formas de vida que estão precisamente a
emergir do stock de raiz humana em muitos lugares neste
universo.
Acredito
que seja mais fácil para ti saber que sim, sinto exactamente os
mesmos sentimentos que tu sentes na nossa ligação entrelaçada e
o mesmo com todas as outras formas de vida no vosso planeta, e é
melhor que não queiras experimentar compreender as sensações
sintetizadas do universo.
S: Muito
bem! Disseste coisas bonitas sobre Mateus e destes bons
relatórios sobre os meus outros filhos. Obrigada por isso.
DEUS: Não
creio que mereça agradecimentos pelo que essas almas estão a
fazer, mas compreendo que queres significar que o agradecimento
seja pelas palavras que falei sobre eles.