22 de Março de 2007  - Parte II


Continuação da conversa com Deus, de 30 de Outubro de 1997, do capítulo  “Deus: Mais de Quem Eu Sou” de Illuminations for a New Era

 

 

S: Como é que o decreto do Criador te afectou?

DEUS: Bem, claro que fiquei exultante no meu Eu de sinergia, mas nos meus Eus individuais, que são a minha essência, sou basicamente não consciente. Tu és uma das muito, muito poucas almas que sabe disso, compreendes, e os biliões de almas que não sabem isso são a larga maioria. Por isso, mesmo que um nível energético da verdade e a aplicação universal deste decreto estejam com efeito, os resultados serão lentos a ser registados nas acções e motivos da humanidade no vosso planeta. Ou em qualquer parte. Não é um resultado instantâneo em massa.

 S: Porque é que a intensidade e a enormidade do sofrimento do povo da Terra, ou em qualquer parte, não pode ser acabado pela “divina graça” do Criador?

DEUS Então agora, como te sentirias se necessitasses de preencher uma brecha na tua experimentação para que pudesses seguir enfrente e rapidamente, que o curso não fosse mais possível. Ohhhhh, entãoooo? Não querida, tem de haver todas as escolhas para que todas as almas tenham oportunidade de experimentar e crescer.

Porquê à criança tão espancada e torturada é-lhe, finalmente, concedida a paz de morrer? Dizes, tanta inocência, e tanta dor e falta de ajuda – quem é que escolheria isso? E como os adultos, ou alguém maior do que um recém-nascido, ou de um bebé ou de uma criança de tenra idade, podiam estar tão cheios de maldade para querer viver essa espécie de vida abusiva? Sim, isso implica uma compreensão que vai para além da curva sentimental do vosso experimentar para aceitar que as suas almas respectivas escolham estes papeis para progredir no caminho para a luz.

Não podes imaginar causar ou sentir uma dor tão crucial, e Eu não consigo explicar-te uma coisa da qual não tens base emocional para compreender. Bem, querida alma pequenina, isso é devido a que a tua natureza está para além desses níveis de experimentar. Podias dizer, “ser isto, fazer aquilo.” Foste uma sofredora em muitas vidas e também causaste sofrimento aos outros, e nesta vida não houve necessidade de estares num extremo ou noutro deste espectro. A tua vida não foi liberta de dor e de outras espécies de angústia mental e emocional, mas sobretudo, a tua vida não está dentro do efeito de serrote das lições karmicas, de acordo com a tua terminologia, que ainda são necessárias para a evolução da maioria das almas da Terra.

Vejo que manténs a tua crença em suspenso, como se as palavras fizessem sentido mas estás a resistir a sentir a verdade dentro delas.  

S: Não sei como me sentir sobre isso – não é simples. Deus, gostarias de falar do El Niño, da actividade vulcânica e dos terramotos e de outros efeitos da limpeza global? Considera-los assim, parte da limpeza?

DEUS: Sim, vamos falar de algo mais aceitável para ti, minha filha. Bem, qualquer de vós na Terra que considera que estes “fenómenos naturais” façam parte da limpeza do planeta obviamente são parte de mim, assim como tu és de mim, por isso nesses casos Eu considero seriamente estes “actos de Deus!” a crescer, serem a limpeza da natureza. Estão todos na totalidade do esforço da Terra em se libertar da negatividade e permitir que o dano causado durante eras de negligência ou de abuso total seja libertado para que uma cura desesperadamente necessária da alma da Terra aconteça. O que é que queres saber especificamente, porque não posso formar uma opinião para além do teu desejo dessa confirmação.

S: Dá-me um minuto, por favor. ….Obrigada. Toda a vida animal e vegetal está a ser afectada pelo que quer que seja que está a causar deformações nas rãs? Qual será o progresso lógico desta situação estranha?

 

DEUS: Susy, em primeiro lugar, isso não é estranho – é o progresso natural dos efeitos dos químicos poderosos nos sistemas reprodutivos delicados. Esta é a mesma base de todas as doenças ao serem imputadas a uma causa ou a outra, mas essencialmente, é à super abundância de químicos tóxicos para a vida animal e vegetal que está a proliferar na Terra. É o porquê da Terra estar a reagir com uma violência crescente, para remover a negatividade que está a pôr em perigo a sua vida e a sua respiração.

 

Não vês o dano que está a ser feito aos pulmões, ao coração e a outros órgãos internos da Terra. Mas ela, a vossa Terra, a vossa Gaia – é diferente de vós apenas na forma – literalmente apenas na forma! -  e NÃO em condição diferente de vós. A Terra tem a forma de uma esfera. Nenhuma das formas de vida dela tem essa forma. Mas qualquer coisa que afecte a Terra afecta cada um de vós, as criaturas que vivem em cima dela. Não há nenhuma separação da Terra para vós, como não há de vós para Mim.

 

Vamos dar uma explicação simplificada com um princípio. No princípio, havia a perfeição. Só a luz e a intenção cheia de luz reinavam num lugar que era chamado, com verdade, de Paraíso. Então a negatividade infiltrou-se noutras partes do universo e chegou ao Paraíso na forma do que se poderia chamar o tratamento pessoal “medonho” dos seres por outros seres mais fortes. Foi o princípio da negatividade versus a positividade no vosso planeta, agora jamais o Paraíso, na perfeição do equilíbrio. Estás a ver, o equilíbrio original desapareceu com a primeira alfinetada de negatividade.

 

Uma vez que a polaridade estava presente no planeta, as suas formas de vida tinham a capacidade de rejeitar a negatividade ao substituí-la pela luz ou permitir que a sua proliferação devorasse a verdadeira vida da Terra. A última hipótese foi a que aconteceu.

 

O princípio da perda do equilíbrio foi a dádiva do Criador, de vida como formas que pensassem e sentissem com livre arbítrio. Mas na ocasião a Terra estava pronta para ser habitada – e quer ela se achasse pronta ou não – houve tanta proliferação entre os seres originais que começaram a colonização do planeta com seres humanos menos-do-que-completamente desenvolvidos, que a divisão das trevas e da luz já existente, formou-se tão tenazmente que apenas uma infusão de luz podia trazer de volta para o equilíbrio, o planeta a deteriorar rapidamente.

 

Há uma confusão entre negatividade e as “trevas,” na tua mente, minha querida. Vamos partir de outra explicação e responder a esta, para que fique esclarecido para sempre. A negatividade nem é “bom” nem é “mau.” A negatividade não é a incarnação do “mal” ou das “trevas” e não é o oposto de “bondade” ou “luz,”. É simplesmente o oposto de positividade.

 

Além disso, dizemos que a negatividade é “má” porque está habitualmente relacionada com o comportamento ou com as situações que são detestáveis para as pessoas “boas.” Ou, o “mal” é o nome dado à negatividade porque o mal está tão proximamente aliado ás “trevas” na vossa terminologia, além disso o que é rotulado de “mal” é apenas a negatividade em acção. É um aspecto da energia a ser dirigida, mas a energia em si própria é imparcial, neutra, sem rótulo.

 

Há o sentido de divisão, mas NÃO há divisão. São os “dois lados da mesma moeda.” Tão simples quanto isso. Houve sempre os dois lados, mas a escolha de que lado deve exercer – “para sorrir sobre vós,” digamos – é o que determina que lado está a prevalecer em qualquer área, em qualquer tempo.

 

Então agora, volto ao que trouxe a Terra à sua condição de saúde precária de hoje em dia. A negatividade, quando exercida, trás um desequilíbrio a qualquer coisa que necessita de equilíbrio, e dificilmente qualquer forma de vida não está à procura de equilíbrio. Para os planetas sobreviverem, bem como qualquer outra forma de vida, é absolutamente necessário alcançar o equilíbrio! As almas têm uma maneira de tornearem a necessidade absoluta de equilíbrio a todo o momento, apenas porque a minha força de vida está a sustentar cada um de vós na Terra e muitos “tu’s” que não podes imaginar na tua imaginação gráfica.

 

Mas um planeta, uma esfera, necessita de equilíbrio constante para que o seu percurso de órbita possa ser firme. Quando o percurso da órbita se torna errático, isso assinala os primeiros “paroxismos de morte” potenciais do planeta. Todas as forças de natureza universal então não estão aliadas, mas estão a permitir que a negatividade esteja a “atacar” devido à positividade estar fora do alinhamento. Nada disto significa ser bom ou mau, mas apenas as forças naturais em operação. Estás a ver?

 

A Terra podia ter escolhido estar fora de órbita que o resultado natural aconteceria – ela fragmentar-se-ia e seria absorvida pela atracção da gravidade dos corpos ou forças a orbitar mais perto, e isso seria o fim da Terra como planeta. Contudo, com o reforço das forças da luz, ou dos condutores da positividade, a Terra podia endireitar o seu movimento e estabilizar o movimento de orbitar. Foi o que ela escolheu, e fazer isso implica um regresso à “saúde”. É isto que é o alívio da negatividade.

 

Para ser correcto, também haverá aquilo que chamas de “desastres” em números de feridos e mortes, como os consideras, e mudanças geográficas a chegar. Isto não é novidade para ti, Susy, porque ouviste isso anteriormente no teu tempo, e interrogas-te se algum lugar no vosso globo será seguro para a vida humana, e também estás preocupada com a vida animal.

 

Querida alma pequenina, segurança (safety) é algo peculiarmente obscuro de verdade dentro dos humanos da Terra. Segurança (security) é a alma conhecer-se a si própria, a sua direcção, o seu curso de aprendizado. Isto é segurança (security)! Estás a pensar em termos de alguns poucos anos de vida numa forma específica, esse corpo, e a segurança (safety) desse corpo, de muitos, muitos corpos, a segurança (safety) dos vossos filhos e família, e as áreas da orla da costa ou das ilhas serem seguras (safe). Não há nada que te possa garantir sobre isto, nem é o que parece ser. Tudo está de acordo com o que a Terra programou para a continuação da sua vida como uma esfera, como um planeta habitável.

 

Todas as formas de vida que existem agora na Terra, a nível de alma, estão cientes das mudanças a chegar, e cada humano e também cada animal, escolheram experimentar este tempo vital na história do vosso planeta. Vós ajudastes a criar as condições nas vidas “anteriores”. Estais a sustentar e a ajudar no curso escolhido pela Terra nesta vida. Isto é tudo o que tu necessitas saber! OK?

 

S: Acredito que sim. De qualquer modo está fora do meu alcance. Por isso, o que é suposto aprender com as rãs deformadas em vários lugares? A causa da situação delas é a mesma causa da SIDA, do cancro – todas doenças – e dos defeitos de nascimento nos humanos?

 

DEUS: Primeiro, Suzy, a TUA vida está nas tuas mãos e tu sabes disso! Pensa em tudo que conversamos, tudo o que ouviste de Mateus, de todos nós que conversamos contigo!

 

Quanto às rãs, são sintomas do que está a acontecer a todas as formas de vida na Terra. São pequenas criaturas tão vulneráveis aos graus de toxicidade baixos, muito mais do que quaisquer outras formas de vida, que a abundância com que foram assaltadas de mal formações é particularmente notada. Elas voluntariaram-se para serem usadas com o propósito de alertar os vossos cientistas para o pleito de TODA a vida na Terra. Acontecerão mais estudos e pesquisas antes que a ligação com todas as formas de vida seja aceite pela ciência.

 

É irónico, não é verdade? Que quando a verdade destas “descobertas científicas” se manifestar na Terra, os privilegiados a absorver esta informação escolham mais tarde reduzir a extensão dela? Há um sentido de medo do ridículo ou de rejeição entre os cientistas menos poderosos ou menos notáveis. Mas com muita garantia, quando o processo de filtragem estiver a ter efeito, a totalidade da verdade será difundida nas mentes dos cientistas a serem manuseados muito admiravelmente pelo grupo dos cientistas universais. É que quando a informação estiver na Terra, será tratada da maneira como a maior parte da informação é tratada nos reinos para lá do vosso, como “ Isto é absurdo.”

 

Os vossos governos deviam ter vergonha de si mesmos, na verdade, porque estão a desenvolver vagarosamente ao introduzir uma a uma as verdades universais e estão a usar métodos evasivos para outras formas de vida se abrirem para a totalidade do florescimento espiritual durante a sua incarnação. Em resumo, estais a ser tratados injustamente na vossa aprendizagem das escolhas porque os vossos governos estão a suprimir muitas verdades. Como também o estão a fazer os chefes das igrejas. A Terra como uma entidade está entristecida pela lentidão individual dos povos. Particularmente no que diz respeito ao tratamento de uns para com os outros e para com os animais, há um atraso significativo sobre o período de tempo da iluminação espiritual escolhido pelas almas que agora incarnaram aí.

 

S: Por isso, mesmo TU estás a dizer que, literalmente, biliões de almas estão a ser vítimas das decisões das escolhas de livre arbítrio das poucas pessoas com poder!

 

DEUS: Oh, não, isso não é o que estou a dizer! E não é o que quis significar, mas Eu não fui mais longe com toda a história quando começaste a dactilografar a tua impressão. As almas, não os corpos, são assunto aqui, Suzy. Sim, um pedaço do que está a transpirar não é o que foi acordado originalmente, mas estão a ser feitos ajustamentos a nível de alma. Aquelas que estão a “vitimizar  as outras, como tu dizes – na realidade estão a vitimizar APENAS a sua própria evolução de alma! Aquelas que vês como “vítimas” delas, as que não estão a proceder com as suas lições escolhidas originalmente devido ao livre arbítrio das poucas “vítimizadoras,” estão a saltar para a frente no crescimento de alma, quer seja no planeta ou para lá dele, depois de deixar as suas vidas de incarnação. Mas claro que não compreendem isso conscientemente!

 

Querida, não estás numa estrutura de mentalidade capaz de aceitar isto porque não podes ir para além da consciência de tudo isto, por isso Eu como tu – como poderia ser diferente! – não queremos falar mais disto por agora. Com o amor e a adoração total do Eu, por ti, por Mim e por toda a vida dentro do universo e pela interligação de TUDO, este é Deus, o teu servo e o teu Eu (alma).   

 

2 de  Abril de 2000    

 

S: Tu disseste que experimentas a mesma alegria e a mesma dor de cada um dos teus filhos em qualquer parte por causa da tua não separação com todos nós.

  

DEUS: Disse-te isso muitas vezes, Suzy.

 

S: Sim, mas quando todas essas inúmeras vidas no universo emergirem acima, o teu conhecimento combinado é um produto da sinergia mais do que a soma da totalidade, certo?

 

DEUS: Sim.

 

S: Então com todo o conhecimento e energia gerados por esses biliões de almas, conheces tudo – o Deus Omnisciente – e tens tudo da energia delas combinado para usar – o Deus Omnipotente. O que é que Tu fazes NESSE estatuto?

 

DEUS: Ah! Bem, primeiro, esses atributos foram-me dados em nome mas ao Criador em significado. Tu sabes Eu NÃO sou o “ser tudo e terminar tudo” que o Criador é! É mais real conhecer-me ou tentar retratar-me – sentir-me! – como um parente em boa graça convosco. De qualquer modo, isso é mais o que Eu sou na verdade e na essência.

 

Mas posso dizer-te o que Eu faço com os meus poderes mais elevados. Movo montanhas, separo os mares, rodo os planetas, abro as portas do conhecimento àquilo que ainda é desconhecido neste universo. Converso com o Criador, converso com as minhas contrapartidas, os deuses dos outros universos. Choro pelo filho perdido, pelo cachorrinho assustado, pelo veado ferido, pela mais pequena planta que é trucidada sem necessidade. Esta é a essência da minha Totalidade, porque não há separação das energias de cada componente com qualquer outro. Compreendes?      

 

S: Bem, sim, mas se a parte de Ti que sou eu fere alguém, que também é uma parte de Ti, a tua totalidade permite que isso aconteça?

 

 

DEUS: Oh meu! Acima de tudo, há a lei do livre arbítrio do Criador, e se alguém a usa para ferir outro, Eu não posso interferir. Contudo, Eu não só experimento exactamente a acção do primeiro que provoca a dor, mas também experimento exactamente a sensação de dor do segundo. Não posso escapar a nenhum sofrimento dos humanos ou de qualquer forma de vida em qualquer parte deste universo, assim como também não posso deixar de não experimentar o regozijo exacto de cada um. Por isso não é o caso de “permitir” o exercício desse livre arbítrio, como vês.

 

S: Bem, TU gostas do que algumas pessoas estão a fazer com o seu livre arbítrio?

 

DEUS: Estás a pedir-me para julgar aqueles cujas escolhas de livre arbítrio tu não gostas, não estás? Por favor, desculpa-me, minha filha, porque a minha pergunta tinha um espasmo a soar a julgamento, não tinha? Pelo menos tens uma boa razão para parar de me honrar a uma altura que não mereço!

 

S: Não sei nada sobre isso! Uma vez que sentes a dor combinada física, mental e emocionalmente de cada um simultaneamente, isso enfraqueceu os teus poderes por isso as forças das trevas ganharam um tal pé na Terra e em qualquer parte do teu Universo?

 

DEUS: Isso não é tão fácil de responder. Eu não sou fraco, de certeza. Não é que a intensidade da dor não seja esmagadora para cada indivíduo suportá-la, mas mesmo a combinação de tudo isto – que é incompreensível para ti, de certeza – a fraqueza não é parte da minha Totalidade. Há a dor, mas não a fraqueza. E ainda não foi oferecida uma alternativa a este arranjo. Isto é, não há opção para mim senão suportar como cada um dos meus bem amados filhos suporta, como cada uma das minhas bem amadas criaturas nos campos e nos mares suporta.

 

Não há separação da energia. Não pode ser controlada ou dirigida por meios específicos, por pensamentos, sentimentos, intenções e acções que podem ser chamadas de “apêndices,” mas a energia nunca está comprometida na sua neutralidade. Contudo a energia que é a minha essência de composição e que é partilhada com toda a forma de vida deste universo nunca é enfraquecida porque não é diminuída, nem perdida, nem transmudada para outros universos. Creio que estamos a entrar no campo da Física, e quem sabe melhor do que Eu o tão pouco que sabes deste campo?

 

S: Isso é verdade! Como te curas a ti próprio de toda essa dor?

 

DEUS: Não posso livrar-me de qualquer dor que ainda está a ser sentida por quaisquer almas. À medida que se curam, também Eu me curo nesse aspecto da minha “totalidade,” como tu ainda pensas disso.

 

S: Mas Tu também experimentas o mal daqueles que causam tanto sofrimento aos outros. Como te sentes sobre isso?  

 

DEUS: Minha filha, pensa como um passarinho se sente quando é empurrado para fora do ninho por uma ave diferente. Pensa no choque e no medo de cair, na dor de se magoar fisicamente, e no medo de não poder entender o que aconteceu e o que vem a seguir. Eu sinto-me assustado da mesma maneira e sem ajuda sobre essas partes de mim que caíram da luz e que se deliciam naquilo que chamas de mal. O que será deles?

 

Tenho horror ao sofrimento que eles causam aos outros? SIM, e Eu envio luz para alcançar as almas daqueles seres que causaram o sofrimento. Mas é da conta de cada indivíduo, como partes invioláveis do meu funcionamento independente, reponderem à luz ou não. Fico triste para além do que possas imaginar quando as trevas se expandem, especialmente quando tanta inocência está a sofrer, muitas vezes são mortos, porque tu sabes, nem todos escolheram o que estão a suportar fisicamente.

  

Com o aumento da luz a ser recebido de boa vontade pelos meus filhos da Terra, a maior fonte do que chamas mal, que subjugou a energia da Terra durante eras, está a mudar. Mas notem que foi o decreto do Criador, não o meu, que foi necessário para desembaraçar o braço de ferro do livre arbítrio das cúpulas das trevas!

 

                  

26 de Outubro de 2000    

 

 

S Mateus, Deus está satisfeito com a resposta à luz que está a chegar? 

MATEUS: Mãe, eu não falo na vez de Deus a menos que Ele me peça, e Ele está aqui, por isso gostarias de falar com ele sobre isto?  

S: Sim. Deus, gostarias de falar comigo sobre isto? 

DEUS: Susy, minha filha, na verdade gostaria! Dou sempre as boas vinda à oportunidade de falar contigo no teclado, onde tens mais tranquilidade nas tuas conversas do que sem o teu apêndice a esta maravilha electrónica. 

Portanto, queres saber se estou satisfeito com a resposta de todos os meus filhos ao aumento de luz que está a ser enviado continuamente. Como é que Eu posso dizer “satisfeito” quando partes de mim estão em tanta dor e terror e outras partes de mim estão a causar aquela dor e terror? Queres dizer satisfação no total quando me pedes para oferecer um “sim” ou “não”, não é verdade? 

Há muitos “sim’s” e muitos “não’s,” mas eles cancelam-se uns aos outros? Não, mas há menos da luz a ser registado dentro dos corações e das mentes do que Eu desejaria, por isso, posso falar com o muito de uma resposta que não está a “marginar” na tua mente. 

Estás a interrogar-te como é que Eu mudaria as coisas se tivesse rédea livre sem aquela lei do livre arbítrio. Não podia mudar nada, querida filha! Não posso trazer a ligação abaixo sobre o que são as partes, estás a ver. Não é que o livre arbítrio evite o meu sentido de totalidade, mas mais do que as partes independentes e invioláveis de mim que estiveram sempre a operar nas suas próprias direcções são exactamente o que eu e a minha divindade são

Isto está a surpreender-te, portanto Eu posso dizer isto mais claramente ao dizer-te para olhares para ti e para os teus filhos. Aha! 

S: Estou a ver – obrigada, Deus. O teu nome próprio é Yahweh

DEUS: Não, nem o meu nome nos sons dentro da tua escala de audição. Lamento que não possa dar-te uma aproximação que seria agradável aos meus ouvidos! 

S: OK! Os sentimentos sintetizados de cada forma de vida, neste universo, caem no espectro emocional dos humanos da Terra? 

DEUS: É difícil descrever sensações para as quais não tendes referências comuns. Os sentimentos dos humanos da Terra estão numa escala densa e dura em comparação com aqueles seres em estádios evolucionários mais elevados. Mas os vossos são mais altos em frequência do que outras formas de vida que estão precisamente a emergir do stock de raiz humana em muitos lugares neste universo. 

Acredito que seja mais fácil para ti saber que sim, sinto exactamente os mesmos sentimentos que tu sentes na nossa ligação entrelaçada e o mesmo com todas as outras formas de vida no vosso planeta, e é melhor que não queiras experimentar compreender as sensações sintetizadas do universo. 

S: Muito bem! Disseste coisas bonitas sobre Mateus e destes bons relatórios sobre os meus outros filhos. Obrigada por isso. 

DEUS: Não creio que mereça agradecimentos pelo que essas almas estão a fazer, mas compreendo que queres significar que o agradecimento seja pelas palavras que falei sobre eles. 

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