Continuação da conversa com Deus de 26 de Outubro de 2000, do
capítulo “Deus: Mais do Que Eu Sou” em
Illuminations for a
New Era = Iluminações para Uma Nova
Era
S: Sim.
Mais uma coisa, por favor. O que queres significar sobre eu ser
da “linhagem de Mateus?”
DEUS: A alma de Mateus é antiga, da luz do princípio. Não como
teu filho, mas como um composto de todo o experimentar da alma
que inclui a sua alma, que experimentou antes da tua alma se
tornar um aspecto sensorial explícito dele. Mas uma vez que uma
parte da alma que foi o originador de toda a experiência, tu e
ele nunca estiveram separados em conhecimento e escolheram
estarem juntas na vida humana e noutras vidas, por um período
longo,
muito,
muito longo,
que continuou por longo tempo.
S: É
muito tempo juntos! Obrigada, Deus, por conversares comigo hoje.
DEUS: Sê
bem vinda, e Eu agradeço-te
por me deixares falar contigo. Nós conversamos um
com o outro, minha filha. Nunca Eu devia ficar
“impressionado” com o teu sentido de encantamento e maravilha de
que Eu falaria contigo, mas deixa-me glorificar o teu espanto ao
saber que nunca estamos separados.
Não
devemos
parar de nos encontrarmos desta maneira! Queria sentir mais um
sorriso contigo antes que dissesses adeus por este momento. E
agora Eu digo, Ciao, sabendo muito
bem que não consideras isto
uma palavra de partir/chegar “até-Deus”.
Na realidade, Eu queria dizer “Toodle-oo,”
(adeus informal), mas tu irias imputar isso à tua imaginação,
não irias?
S:
Provavelmente! Habitualmente falas comigo de um modo mais
simples do que Mateus ou qualquer um dos outros. Porquê?
DEUS:
Porque a minha relação contigo é muito simples! Tu não fazes
grandes charadas ou conversas diplomáticas ou esotéricas contigo
mesma, pois não? Então porque é que tu e Eu
iríamos conversar dessas maneiras tão pouco habituais,
maneiras que seriam demasiado absurdas para acontecerem
precisamente contigo. Por isso, aqui tens – nós SOMOS simples,
querida alma!
2
de Maio de 2001
S: Então
porque é que a Sylvia perdeu a acção
contra essa enorme corporação?
DEUS: Bem,
asseguro que não quero ser responsabilizado pessoalmente por
isso, mas por favor não penses que aceitei como a decisão final.
A luz não vai abandonar esta situação! O que Mateus disse
a Sylvia, para persistir nisso até
que houvesse uma solução justa, está correcto. Ela necessita
continuar com a convicção de que a luz prevalecerá e ela
prevalecerá! Este caso ainda não acabou! Claro que
estou interessado no resultado justo, que beneficiará muitos. A
corrupção da corporação com quem ela está a lutar é outra área
de trevas entrincheiradas no vosso planeta que está a “vir à
luz.” (NOTA. Sylvia persistiu, e
um ano mais tarde a corporação ofereceu-lhe um acordo muito
maior.)
S: Mas
Tu – ou alguma força que designas – intervéns pessoalmente em
situações injustas?
DEUS: Minha
nossa, filha, durante todo o tempo! Bem, não no
caso excepcional de Marnie, que
sabes que está fora da minha jurisdição, mas em situações na
Terra, onde tenho interesse especial no regresso da sua beleza
original e da sua glória, na verdade Eu intervenho.
Por vezes essas ocasiões são devidas aos anjos virem à Terra, a
intervenção divina, a espíritos a ajudar – há muitas designações
para a ajuda que recebeis de qualquer dos meus ajudantes.
S: Mas
Tu estás na tua totalidade a fazer
isso?
DEUS: Um
bocado, Suzy! Estou contente
porque te sorris disto!
Mas nos casos de “salvamentos divinos”, não é necessário que
todos os meus poderes prevaleçam. Seria como enviar um furacão
para fornecer uma gota de água a uma pequenina
semente sequiosa.
S: Estou
a ver. Então o que estás a fazer?
DEUS: Na
realidade, já respondi a isso antes,
quando perguntaste o que é que o meu Eu “omnipotente” fazia. Não
é necessário que a minha totalidade tome conta de tudo que está
a acontecer, individualmente, na Terra. Isso é da conta dos meus
ajudantes, mas Eu estou conhecedor de CADA acontecimento para
CADA alma. Como é que não podia estar, se cada uma é uma parte
de mim e Eu experimento exactamente as sensações
que cada uma experimenta? Falei-te disto em muitas
ocasiões. De qualquer modo, a minha totalidade – e usarei a tua
palavra para EU SOU – vê os movimentos mais altos, como os
corpos universais a permanecer em ordem e em órbita.
S: Estou-me
a lembrar agora disso, Deus, por isso, por favor desculpa-me. É
realmente assim, que tudo o que foi, que é agora ou que será, já
é sabido? Se isso for verdade, porque terias de te interrogar no
que se tornarão os teus filhos? Lembro-me da tua comparação das
almas das “trevas” a passarinhos empurrados do ninho e em
estarem assustados porque não sabiam o que ia acontecer a
seguir.
GOD: Tu és
uma peste, querida filha! Na minha totalidade, sim, tudo é
conhecido, mas com as escolhas de livre arbítrio a abundar até
ao sopro físico final, o que é conhecido é o potencial
para que algo aconteça ou desenvolva de um processo.
S: Por
isso não é realmente correcto que tudo é conhecido realmente –
apenas as possibilidades são conhecidas - Está correcto?
DEUS: As
possibilidades e as probabilidades, de antemão, e certamente, os
acontecimentos depois. Pensa nisto
Suzy – se tudo fosse
absolutamente conhecido, se nada necessitasse um pensamento
ou decisões ou actividade independente, então porque é que
haveria necessidade de experiências múltiplas? O que é que
haveria para aprender? Porque é que a própria vida
seria necessária? Podíamos precisamente ir rapidamente para O
FIM, que é o PRINCÍPIO, e deixar todas as vidas, de todos os
tempos, residir no ponto inicial de SER.
S: Isso
faz sentido, mas certamente que é diferente da omnisciência que
Te é imputada. O Criador sabe? Ou é também a omnisciência
incorrectamente atribuída a Ti e talvez ao Criador?
DEUS:
Creio que podes dizer que, em comparação com o que os
indivíduos sabem, o Criador e Eu sabemos muito mais do que a
omnisciência não é, em grande parte. Mas nós NÃO
aplicamos essa palavra a nós! Pensas
que é outra estratégia dos nossos oponentes para nos distanciar
de vós e de cada um?
S: Podia
ser. Mas penso que algumas pessoas têm-vos em alto respeito ou
reverência por causa disso.
DEUS: Minha
querida filha, o que Eu sei,
em todos os tempos, são as atitudes e as sensações de todos
os meus filhos! E acredita-me, aqueles que realmente me
respeitam e me reverenciam, não necessitam que eu saiba tudo
que, de acordo com a definição de omnisciência, Eu devia!
S:
Ok, então! As civilizações
reptilianas começaram como
descendentes do reino de Cristo ou começaram neste universo?
DEUS: Desta
maneira voltas a esses. A energia daquelas almas
que encarnaram como reptilianos –
quero significar aqueles que chamas “maus,” por razão de
simplicidade, porque outros são “bons,” tu
sabes – não foi originada neste universo. Essa energia
entrou através dos portais criados quando os universos se
misturaram. Isso foi uma provisão de termos ganho algumas
vantagens com a mistura, mas francamente, não previ quanto dano,
e durante quanto tempo, isso iria causar. Isto é
quase uma admissão, não é verdade?
S: E
como! Aí vai a omnisciência pela janela fora!
DEUS: Que é
exactamente onde ela pertence, Suzy!
Então agora é que alguns entre os
reptilianos tem estado a oprimir as populações humanas
não só na Terra, mas também em muitos lugares no universo. São
os descendentes mutantes da força
das primeiras eras a que chamais Lúcifer, e que proliferou,
posso dizer, com poderes e em números alarmantes.
Neste tempo
de limpeza universal, não apenas o vosso planeta, o esforço
directo e principal é permear as almas desses
reptilianos com luz. Estão sem
consciência devido à luz das idades passadas ter sido gasta. E
também se passa o mesmo com os descendentes desses
reptilianos, em muito maior número
do que os de sangue puro, são uma combinação genética de humanos
e reptilianos e não podem ser
penalizados pela sua herança, que em muitos casos não está
dentro do seu conhecimento.
Eu devia –
não, tu nunca devias dizer
devia! –
clarificar o que quero dizer por aquelas almas não
estarem a ser “penalizadas.” Penalidade não é uma dureza a não
ser nos efeitos e na vossa linguagem. É mais um neutralizar das
trevas pela luz para que seja obtido um estado de equilíbrio.
Este equilíbrio é necessário antes da luz poder começar a
tornar-se predominante dentro da alma. Contudo, apresso-me a
dizer que é neste contexto que uso “penalidade.”
S: Estou
a ver. Uma vez que a inclinação para o mal começou com as
escolhas de livre arbítrio de Lúcifer e ele estava na Primeira
Expressão do Criador e Tu foste criado mais tarde, ainda te
sentes responsável por esta energia neste universo?
DEUS:
“ O Mal” – é o que queres significar aqui, não é? –
foi iniciado pelo mau uso da dádiva
do livre arbítrio do Criador a todas as Suas criações antes de
Eu ser. Mas quando cheguei na linha da criação e me foi dado
este universo para gerir, tudo o que transpirou depois disso é,
na verdade, da minha responsabilidade. Por isso não é uma
obrigação de responsabilidade por este padrão de energia, que
não foi feita por mim, mas é da minha conta corrigi-la,
digamos assim, e quero bani-la para que o amor e a luz do
Princípio possam voltar. Suzy, hoje
tivemos uma conversa longa, muito
iluminadora e agradável! Sinto que finalmente estás a
conhecer-me a um nível mais “pessoal” do que antes, ao qual o
teu conceito de totalidade de mim dá as boas
vindas! E agora, minha bem amada filha, desejo-te um bom dia com
bênçãos celestes enquanto planeias as tuas outras actividades.
4
de Junho de 2001
S: Deus,
tu brincas com os animais onde eles estiverem?
DEUS:
Que pergunta enternecedora, minha filha! Sim, brinco. Delicio-me
nos animais que são amados e bem tratados, como os pastores dos
tempos bíblicos se deliciavam ao sentir o pêlo das suas ovelhas
ou cabritos. Não é diferente nesta data da Terra. Delicio-me em
todas as minhas criaturas, mesmo naquelas que são
ferozes aos teus olhos. Choro e sofro tal como o fazem os que
são negligenciados e mortos selvaticamente.
S: Por
favor, podes-me dizer o que vais fazer para salvar as baleias e
os golfinhos?
DEUS: Isso
é um pedido para os salvar, não é, e não uma
pergunta? Mas claro que vou falar contigo sobre isto. Os meus
emissários estão a trabalhar diligentemente para derrotar essa
intenção de destruir essas belas almas que são as âncoras da luz
no planeta Terra. É minha intenção que àqueles que executariam
voluntariamente as ordens das trevas, não lhes seja permitido
por lei e por actividade, continuar.
A Marinha
dos Estados Unidos não está “no círculo das pessoas influentes”
quanto a compreender a intenção das trevas por trás da
destruição, porque estão a pensar apenas do que lhe disseram
- a “defesa”
necessária contra o “inimigo.” Não estão a pensar no prejuízo
que aconteceria números maciços de baleias e golfinhos e outra
vida marítima ou o efeito dominó de tal prejuízo, e não têm a
mínima ideia sobre o lado sagrado destas almas altamente
evoluídas, os cetáceos.
A intenção
das “trevas” para a destruição em massa destas almas sagradas
não será permitida! Eu não posso distribuir nenhuma
equação de livre arbítrio, porque não é a minha invenção, como
bem sabes. De facto, é minha responsabilidade preservar
essa capacidade ou habilidade em cada alma incarnada. Mas
quando se trata de permitir que o livre arbítrio destrua essas
vidas nos oceanos, que são as almas mais altamente evoluídas
incarnadas no planeta, isso não pode ser permitido,
e tudo aquilo que tiver de ser feito para a luz prevalecer sobre
tudo, será feito!
S:
Estou contente por saber disso! Mas e sobre as baleias que
estão a ser mortas legalmente pelo Japão e pela Noruega?
DEUS:
Receio que essas fiquem sob a alçada da legalidade nos países de
origem das matanças, por isso nesses casos, as almas das pessoas
que permitem e matam activamente tem de ser abrandadas,
iluminadas, uma a uma. Os “grandes legisladores” podem não
gostar desta mudança, por isso os esforços para diminuir
voluntariamente esta prática têm de ser feitos numa base
individual. Isto também é verdade para os lugares onde as
matanças cerimoniais acontecem.
S:
Quanto tempo demorará a vermos estas mudanças misericordiosas?
DEUS:
Imediatamente, minha filha! Não será
dada autoridade à Marinha para continuar os testes destruidores
porque o clamor contra isso seria espantoso. Contudo, pode não
ser publicitado largamente. Será mais o guardar o teste
calmamente numa prateleira depois de um ou outro esforço para
justificar a “defesa nacional.”
A parte da
civilização reptiliana que através
de todo o tempo da Terra têm estado a manipular as almas mais
fracas e sedentas de poder, que incarnaram aí, ficarão raivosas
e mergulharão ainda mais fundo para travar batalha com as forças
da luz. Por isso, não fiques surpreendida ao ver outras áreas do
que considerarás, e muito bem, serem desumanas, mas fica ciente
que a tortura, a desfiguração, a matança – sim,
matança espantosamente cruel! –
de humanos e de outras vidas, dos
reinos animal e vegetal, que são a verdadeira vida da Terra, não
vão durar muito mais.
S: Será
que esta batalha demorará mais tempo a vencer do que as forças
da luz pensam que demoraria?
DEUS:
Não sei. Penso que colectivamente as forças da luz planearam
vencer todas as trevas cerca do ano que continua a ser
mencionado como 2012. Na verdade, é um tempo crítico no
vosso planeamento e nos vossos cálculos, mas
isto não tem significado para além das maquinações do tempo da
Terra.
Não é que
não aconteçam vitórias em frentes enormes antes dessa data.
Penso que se tiverem de passar mais 11 anos com a mesma
quantidade de mortandade, sofrimento, raiva, medo, dor e terror,
que na verdade o desespero acontecerá em cada alma de natureza
suave e gentil e influenciará os corações dos guerreiros
pacíficos da luz para a retaliação maciça das forças das trevas
e das suas actividades alargadas. Aqueles que se sentem os mais
rectos haveriam de querer aniquilar os mais “não divinos.” Estes
corações e estas mentes estão nas franjas dos grupos de poder
opostos, e os submissos são todas as massas dentro destes
parâmetros frágeis.
S: Estou
a ver. Claro, certamente que não vejo tudo. Não há limite à
brutalidade que tu toleras a cada uma das tuas almas?
DEUS:
Certamente não estás a perguntar se eu intervirei com poderes
que Eu NÃO tenho?
S: Tu
disseste-me que intervinhas em situações sempre em situações
injustas, lembras-te? Não é injusto que assassinos rudes estejam
a aniquilar inocentes? Onde é que a misericórdia e a graça
divina – ou sejam quais foram os poderes que tens para proteger
os desprotegidos e a própria Terra – entram na batalha da luz
contra as trevas?
DEUS:
Ah! Eu devia proteger os “inocentes?” E quando
aqueles “inocentes” foram os assassinos rudes e os
papeis estavam ao contrário?
Pedir-me-ias para entrar no karma
que essas almas escolheram para o seu avanço espiritual?
S:
Não, mas Mateus e Tu disseram que muitos milhões de almas estão
a sofrer muito mais do que as lições
karmicas estabelecidas nos seus acordos de pré
nascimento?
DEUS:
Estamos ambos certos sobre isto, Suzy,
mas mesmo assim não posso entrar e parar o
carrocel! Aquelas almas que na verdade estão a sofrer
para além dos limites das lições que escolheram, estão agora a
deixar a incarnação em grandes números via doença, fome,
massacres e desastres naturais, antes do fim dos seus contratos
originais, que a nível de alma têm sido corrigidos como estando
completos. Isso pode ser considerado a “misericórdia e a graça
divina” que tu queres.
Acredito
que, segundo o teu ponto de vista, isso não seja alívio da
opressão e tirania das trevas sobre as almas ainda na Terra, mas
uma vez fora desse reino, as almas que partem, escapam daquele
controle sobre as suas vidas. Juntam-se às forças da luz contra
as forças das trevas prevalecentes na Terra – isto faz parte da
razão da sua partida, para lutar a batalha da luz a partir desse
plano mais alto de luz. Lembraste que te disse que era uma
batalha de almas e não de vidas físicas?
S:
Tudo bem, estou a ver. E sobre a energia das baleias que
estiveram a ancorar a energia da luz aqui até que foram mortas?
E sobre aquelas cuja sonar foi
distorcido ou danificado pelos testes do
sonar?
DEUS:
Minha nossa, filha, tu és a protectora de cada e de
todas as ovelhas de Deus, não és? Isso é
óptimo – Não estou a encontrar faltas! Acredito que não possas
ver o esboço geral da energia ou os lugares da produção das
almas e das fases de cura.
Quanto às
baleias que foram mortas, é verdade que a sua energia já não
está dentro daquelas carcaças enormes elaboradas para ancorar a
luz dentro dos oceanos. Contudo, a energia delas pode permanecer
aqui para se juntar aos trabalhadores da luz naquela base
libertadora de “espírito livre” ou pode trabalhar no universo
com as forças da luz em corpo que estão a estabilizar a Terra
nestes tempos das maiores mudanças de sempre no meu planeta
Paraíso.
S:Estou
a ver. Então, e sobretudo, estás satisfeito com o progresso das
forças da luz mesmo que as forças das trevas ainda estejam a
causar terror, fome, doenças endémicas, tortura do corpo e da
mente?
DEUS: Estás
a apontar o dedo em desespero porque é o que vês, minha filha,
ou a criticar porque algumas destas situações ainda existem.
Isto é uma peça posta em movimento e não pode ser parada,
congelada, e os representantes nunca mais crescem, desde esse
ponto, para cima ou para a frente.
Parece que
não tens intenção de julgar os outros, mas não obstante, minha
filha, estás a colocar os teus valores, as
tuas ideias e o que necessitas para o teu
coração ficar mais leve, em todas as outras almas. Elas não têm
as mesmas lições ou as mesmas qualidades de carácter para mesmo
se identificarem racionalmente com aquilo que necessitas para a
tua alma estar em paz!
Não é uma
situação simples ao teu nível de compreensão e aprendizagem de
vida, de recordar. É simples daqui – tornar a pôr
as coisas
em equilíbrio. Eu
desejava que isto se processasse como tu gostarias, como
todos os outros também puros de coração gostariam! A
impaciência, com a lenta procissão como num funeral, da matança,
da dor e do controlo, parece ser o cobertor emocional a cobrir o
planeta para sempre.
A própria
Terra está cansada disto. Ela, acima de tudo,
sofreu quase intoleravelmente, e a sua consciência, também, está
a pedir para subir para a luz para a sua cura. A luz está a
chegar em tal medida, minha filha, que tens de colocar isto no
teu cérebro e processá-lo desta maneira, porque emocionalmente
tu estás a dificultar cada vez que lês uma brutalidade contra
qualquer vida.
Por isso,
diria que deves ler isto e limpar as áreas onde as minhas
palavras não estão nomeadas correctamente ou tu havias de
preferir amaciar a linguagem, escolher uma palavra melhor,
inserir ou omitir uma palavra – toda essa espécie de trabalho
que foste treinada a fazer. Por favor junta a nossa conversa de
hoje às outras que quero no terceiro livro.
S:
OK, mas Deus, penso que não respondeste à minha pergunta sobre
se estás satisfeito com o progresso da luz aqui.
DEUS: Penso
que fiz, mas pode não ser da tua satisfação. Gostarias de limpar
a nossa conversa ao ler de novo as minhas palavras e avaliares a
minha resposta?
S:
Obrigada. …. Continuo a pensar que não me disseste se realmente
estavas satisfeito com o progresso da luz contra as forças das
trevas na Terra.
DEUS:
Estou a ver, minha filha. Muito bem, numa palavra, NÃO!
Como é que Eu podia estar satisfeito quando muitos
dos meus aspectos de alma estão a chorar em tormento e privação
e outros são a causa disso? Quando muitos dos meus filhos estão
encantados com a adoração Satânica que abunda em muitos rituais
de tortura e de morte que a tua mente não consegue conceber?
Quando alguns dos meus filhos caíram tão longe da luz que
governam com tirania e destroem quem se opõe a eles? Quando
tantos dos meus filhos vivem com medo e horror ou estão a morrer
por causa das acções desses outros que também são meus filhos?
Quando a falsidade e a corrupção abundam ao ponto de nenhuma
verdade ser iluminada excepto quando a luz a está a expor tão
fortemente que os que acreditaram nas mentiras estão devastados
ao apreenderem a verdade?
Mas, minha
querida Suzy, eu sou capaz de ver o
horizonte mais largo, a medida completa deste conflito, e quando
vejo a luz que está a emanar hoje de uma alma que ontem estava
obscurecida, mais inclinada para o controlo pelas trevas, Eu
regozijo com esta alma perdida a regressar – o “filho pródigo.”
Quando vejo grandes áreas, como uma cidade nos teus pensamentos,
onde a luz está a emanar dos corações que anteriormente eram
frios e das trevas, Eu regozijo-me!
Eu gostaria
de ver o TOTAL da vida da Terra em paz, amor,
partilha, cuidados e serviço de um para o outro? CLARO
QUE GOSTARIA! Mas tenho o poder de estalar um dedo e ter
isso desse modo? Tu sabes que Eu NÃO
tenho! Por isso envio o meu amor e
luz para toda a parte, para cada alma, e também me
posso regozijar nas bolsas de luz mais do que permanecer nas
bolsas de trevas e chorar, estás a ver.
S: Sim,
Deus, eu vejo tanto quanto posso, porque imaginar tudo o que
deves estar a sentir é arrasador. Também te sentes desta
maneira?
DEUS: Se tu
pensares de mim precisamente como todos os meus filhos, então
deves saber que na verdade me sinto correspondentemente
arrasado.
S:
Sim, certamente. Desculpa – fiquei colada aos meus próprios
sentimentos e perdi de vista o que me disseste. Podes, por
favor, explicar exactamente os limites dos teus poderes na
Terra? Sei que fiz perguntas semelhantes, por isso talvez
esperes que eu saiba isto, mas realmente não sei, excepto que
tens de obedecer às leis do Criador.