22 de Março de 2007  - Parte IV


 

Continuação de 4 de Junho de 2001 Conversa com Deus; conclusão do capítulo de “Deus: Mais de Quem Eu Sou” em Illuminations for a New Era =

Iluminações para uma Nova Era.

 

 

DEUS: Bem, primeiro, minha bem amada filha, o teu “Eu simples” é exactamente porque é que estás a ter esta vida de Suzanne, e a tua escala inteira de sentimentos e o que fazes com eles é o teu propósito de estares aqui! O significado do Eu nunca é para ser equiparado com egoísmo ou egotismo. Não digo que um Eu não possa ser egoísta ou egotista, mas há uma enorme diferença entre sentir o seu Eu e aquelas características.

 

Quanto aos limites dos meus poderes aí, sinto a mesma confusão que tu, e como tu, como podia não ser? Por isso, darei a isto um bom esforço. Não quero dizer que seja fraco e totalmente diferente do ser omnipotente de Tudo o Que É, que ainda pensas que Eu sou, porque Eu tenho poderes, claro, mas também tenho limites. Esses limites não são como uma cerca de arame farpado, digamos assim, com fronteiras bem definidas e limites exactos para manobrar e de efeitos desagradáveis para quem a trespassa.

 

Aquilo que DEVO observar, sem excepção, é a lei de livre arbítrio do Criador que está acima de todas as outras leis. Não quero dizer que as outras leis sejam mais fracas, tal como a lei de isto atrai isto, nas correntes de energia e nos princípios de manifestação, mas nada dentro do meu poder é capaz de subverter nenhuma das escolhas de livre arbítrio dos meus próprios aspectos de alma. Daí que neste sentido, podes dizer que o meu “governante pai/mãe” deu-me linhas de conduta morais e espirituais muito mais restritas do que as leis dadas à Terra, e podes ver que a potência da energia “suprema” associada a mim não está isenta de limites.

 

Deixa-me dar um exemplo. Digamos que tu vês uma estrela e pensas que seria bonito se pusesses essa estrela numa galáxia diferente. Não é necessário uma razão, apenas a capacidade de realizar uma coisa que te apetece. Tu não tens essa capacidade por uma boa razão. Sabes o que aconteceria a quaisquer civilizações a viver na ou perto dessa estrela, dependendo da estrela para o calor, luz e estabilidade ordeira? Não, não sabes e, consequentemente, não tens o poder de brincar com os corpos celestes.

 

 

Eu tenho o poder e a energia para fazer isso porque sei exactamente o que iria acontecer se uma estrela fosse deslocada da sua orbita e colocada noutro lugar. Eu não sei se ao tirar a dádiva do livre arbítrio para fora do experimentar universal iria perturbar a vida numa base cósmica. O Criador sabe, e apenas Ele tem a capacidade de corrigir o livre arbítrio. E o Criador fez isso, como sabes, no Seu decreto de que as cúpulas das trevas tivessem de libertar os livre arbítrios cativos de todas as almas que aquela força tinha atraído para a sua massa de energia cumulativa.

 

Creio que estás a começar a ver a minha posição de deus deste universo mais pela minha perspectiva, querida filha, embora tenha de admitir que não é fácil para qualquer ser humano compreender isso completamente.

 

S: Contudo, agora compreendo mais claramente. Obrigada, Deus, pela tua paciência comigo e, também, pelas tuas respostas.

 

DEUS Filha, é o um prazer e uma alegria, comunicar contigo no sentido em que compreendes absolutamente que estou a dizer estas coisas para ti, que na verdade é Deus a responder às tuas perguntas, a respeitar as tuas perguntas!

 

                             _________________________

 

As minhas inúmeras tentativas fúteis a fim de interessar uma editora a publicar os meus livros e mais tarde, depois ter formado a companhia editora Matthew Books, a futilidade de obter uma permissão de imprimir preenchida e preparada para uma tonelada de conversas com Deus. Ele quer estas escassas passagens incluídas.

 

13 de Janeiro de 1997    

 

DEUS: Suzanne, tu e Eu conversamos tantas vezes que podia, mas não quero aborrecer-me a contar todas as vezes. Tu pensas que estás a jogar jogos da mente, mas cada vez que tu conversas contigo mesma, Eu estou ciente. Não sou sempre Eu que respondo, mas faço-o algumas vezes. Não te digo o que fazer, mas muitas vezes digo-te o que penso, e tu dizes, “Gregory [o meu anjo da guarda], és tu?” ou “Mateus, sei que não és tu porque não falarias assim.” Não? Deus não é o que muitos pensam, a essência vaporosa sem face, sem voz ou sem contacto ou a usar apenas palavras “decentes”. De modo algum!

 

Por isso, estou ciente e correspondentemente apreensivo sobre a tua atitude de falta de esperança momentânea sobre o livro. Como Mateus te disse, autorizei este livro e os que se seguem, e o Conselho do Nirvana é o meu braço de supervisão. Quando dou ordens – o que acontece muitas vezes, por acaso, é que não haverá punição da minha parte se não forem seguidas – mas quando dou uma ordem para alguma coisa, da medida da importância que coloco neste livro, isso ACONTECE. Sei exactamente quando, mas tu não ias compreender o meu “tempo” mesmo que fizesse o meu melhor para explicar por palavras que compreendesses.

 

Muito bem, farei o meu melhor. Quando a energia do livro – no qual há uma amálgama de muitas energias – quando essa energia fluí em alinhamento com as fontes de energia correspondentemente fortes e semelhantes dentro do código universal para o tempo de publicação, voilà, aparecerá em nome e mérito.

 

Vês, disse-te que não ias compreender. Mas é uma faceta da translação da energia nos termos da Terra e afecta todos aí. É tudo para este minuto. A abundância da energia do amor e luz para ti e para todos que amas, queridíssima alma, este é Deus, a partir com apreciação completa da tua comunicação, incluindo aquilo que não disseste. 

 

                            

10 de Março de 1997

  

S Mateus, se estás certo que Deus quer falar comigo, claro que  falarei com Ele. Bom dia, Deus.

 

 DEUS Suzanne, por favor, ouve o teu filho. Ele pode falar por mim destes assuntos a que tens estado a responder, esta manhã. Ele e Eu diríamos a mesma coisa, e não gostarias isso de mim mais do que dele, não é assim? Não é que eu não o queira dizer-te Eu mesmo, mas Mateus sabe muito mais que tu desejas atribuí-lo ao teu “rapazinho”. Aqui ele não é o “rapazinho” de ninguém. Tu serias a mãe mais orgulhosa do mundo se o pudesses conhecer como ele é na sua alma completa.

 

Bem, deixa-me ver o que te posso dizer para te encorajar. Tu estás-me a desafiar bastante, ultimamente. Gosto disso! Afastaste-me do teu conhecimento demasiado tempo, e estou a dar as boas vindas alegremente a esta comunhão. Sabe que apenas tens de dizer, “Deus, anda cá e diz-me o que está a acontecer,” depois recua nos teus pensamentos e deixa-me dar-te a resposta que estás à procura. Tu tendes a confundir com barulho o teu caminho para a minha resposta, e depois assumes que nunca estive junto a ti. 



Ah sim, os livros. Outra vez de novo a necessitar de apoio, eh, Suzy? Bem, minha bem amada alma pequenina, sou suficientemente humano por isso compreendo. Tu não te estás a lamuriar – apenas queres algo intensamente. Naturalmente que conheço a escala inteira dos teus sentimentos, e acredita-me, são bem fundados, isto arrastou-se muito mais longe do que pensaste ao princípio. Contudo, o curso do primeiro livro é recto, está seguro e certo. Põe a tua energia no segundo livro.

 

Nem estás mesmo a discutir mentalmente comigo, minha filha, e agradeço-te por isso. Na verdade, estás a portar-te muito bem em paciência e fé, e agradeço-te por isso, também.

  

 28 de Abril, 1997                          

 

S: Bom dia, Mateus e todos os Amigos que possam estar contigo.

 

MATEUS/GRUPO Mãe, temos de rir pela tua oração a pedir a protecção da luz com confirmações elaboradas de que também Deus é bem vindo nestes sittings (reuniões de transmissões canalizadas). Claro que Ele também está a rir – quando nos rimos Ele também se ri. Agora interrogas-te se falamos com Ele e se temos mensagens claras. Sim, durante todo o tempo. Frequentemente discutimos os vários aspectos do nosso serviço maior, e Ele fala, não necessariamente por palavras, mas certamente por resposta clara embebida em luz e amor. 

 

MATEUS: Estou a ver que tens a lista habitual de perguntas. Sim, Mãe, agora sou precisamente eu, o teu “rapazinho” a falar, como estás a pensar, uma vez que estás a sentir a minha energia mais viva. Posso manuseá-la sozinho com facilidade porque a ligação de energia está tão forte hoje. Gostarias que Deus dissesse alguma coisa sobre os livros?

 

S Olá, “para ti” querido! O que te fez pensar de Deus dizer alguma coisa sobre os livros?

 

DEUS:  Eu fiz, querida. Estava a dar uma cotovelada a Mateus para me deixar entrar durante um momento. Estou aqui para dizer que estou encantado por estares a trabalhar diligentemente no segundo livro. Estes livros e os que virão confortarão e iluminarão muitas almas, milhões dos meus filhos, como irás ver.

 

Quando? Que tal em breve? Aceitarás que “em breve” será tão perto como desejo dizer-te e ainda te sentirás encorajada? Não? Então que tal no fim do ano do calendário?

 

 

19 de Julho de 1998  

 

DEUS Suzy, este é Deus, a dar uma cotovelada a Mateus para ele me deixar entrar. Tens estado desencantada comigo em tantas ocasiões que estou surpreendido que me estejas a dar o tempo do dia, agora. Porque és tu? Porque ainda acreditas em mim da mesma maneira como acreditaste que o Pai Natal fosse real, benevolente, carinhoso, generoso – todos os bons atributos que deste àquele velho companheiro durante anos para além  dos outros rapazes e raparigas. Bem, comigo, uma relação mais profunda e mais espiritual, sim, mas estás a pensar exactamente agora: Porque que é que me disseste há um ano atrás que os livros seriam publicados no fim do ano PASSADO?

 

Certamente que não temos de repetir isto de novo, Suzy, que nem por um segundo os teus sentimentos e pensamentos são desconhecidos para mim! Estás a ter preocupações sinceramente sentidas de que o trabalho de Mateus não seja publicado. Deixei-te na mão, não deixei? Disse no fim do último ano do calendário, sim, e estamos a meio do ano seguinte com Julho a observar-nos. Então o que posso dizer DISTO?

 

Bem, posso dizer que o elemento humano que é Deus, na tua terminologia franca, te lixou. Oh, Deus não pode cometer erros? Oh, ho ho ho, não! Assim como podes rir disto, posso-me regozijar de que estamos a sentir a luz a fluir no riso, no mesmo momento que sinto que estás séria e queres uma resposta razoável.

 

Primeiro, peço-te que me perdoes. E agora podes dizer a quem penses que aceitará de que tu conversas com Deus, que Ele disse que te lixou e que te pediu para o perdoares! Vai em frente, ambos podemos rir quando disseres isto às pessoas.

 

Não é fácil para ti compreenderes, querida filha, e talvez Eu entenda apenas porque vivo cada e todas as vidas perfeitamente, totalmente, a cada momento. Susy, apenas se fosse realmente este “Deus guarda-chuva” que pensas que sou, podia ver tudo, com certeza. Mas talvez como muitos outros filhos meus que partilham o teu dilema de porque é que os deixei na mão, tu possas aceitar que se Eu fosse tu e tu errares, Eu também erro porque não posso evitar isso. Agora põe isto na perspectiva de cada alma na Terra! 

 

Aquele tempo na vossa dimensão não foi um erro nem mesmo um cálculo errado. O que Eu não fiz foi tomar em consideração de que o livre arbítrio pode mudar o meio de um processo mesmo quando a corrente está a correr tão segura e rapidamente que esteja quase no fim da sua jornada para o mar – neste caso, o mar da publicação. E a minha omissão é a razão porque te estou a pedir perdão.

 

O que aconteceu foi que as forças poderosas das trevas vieram numa rajada e desviaram muitos projectos da luz, incluindo esses manuscritos.

 

Sim, num tempo que cada vez está mais certo, essas trevas serão dispersadas e os livros verão a luz da publicação. Por isso, vamos fazer um pacto para cooperar de novo em amizade como Eus juntos? (almas juntas)? Há amor abundante!   

 

 

2 de Dezembro de 1998          

 

S Bem, Mateus, isto não é suficiente depois deste tempo todo, portanto farei o que sugeriste e verei se Deus tem uma sugestão melhor. Deus, olá?

 

DEUS: Olá, minha filha.      

 

S: Deus, por favor, diz-me o que devia fazer agora sobre estes livros que “ordenaste” que fossem publicados?

 

DEUS: Está bem, Suzy, vamos falar disto. Eis a minha resposta ao que “devias fazer agora.” Não devias pensar em termos de “devia.” Essa palavra tem o seu lugar para estar certa, mas não como é demasiadas vezes usada, como uma directiva, um pedido, que alguém desviou a direcção intuitivamente escolhida e mudou para uma direcção da escolha de outrem.

 

Mas és critica sobre o teu trabalho, querida filha, mas nunca quis dizer fazer luz dele, mas pôr luz dentro dele e envolvê-lo. A luz dele é essencial, por isso penso que estava certo da primeira vez, mas agora sob um ângulo positivo.

 

Pensa numa corrente de luz nos quais vez os livros Mateus, Fala-me do Céu e Revelações para Uma Nova Era. Vê a corrente de luz a brilhar e a mover-se firmemente para uma claridade que excede a claridade da própria corrente de energia. É o que precisas de fazer como a tua parte para tê-los impressos.

 

Agora o universo está a manusear isso. Dá apenas uma mão de ajuda e renuncia ao resultado negativo. Conheces o poder do pensamento de trazer para ti aquilo que precisas, portanto deixa para trás as tuas frustrações e sentimentos de falta de ajuda ou atrairás mais situações que te dêem esses sentimentos.

 

Claro que podes fazer isso! Tu acreditas em mim, por isso, como é que não podes acreditar em ti própria? Tu sabes que são um e o mesmo! 

  

4 de Agosto de 2002      

 

DEUS: Esses sentimentos de frustrações voltaram, mas desta vez digo-te, são totalmente compreensíveis. Foi-te dito vezes sem conta que estavas a controlar tudo o que afectasse a tua vida. Bem, como Eu tenho os meus limites, também o teu controlo sobre a impressão dos livros tem os seus limites. Aquilo sobre o que tens controlo são as tuas reacções, e neste caso, a tuas reacções são justificadas.

 

Contudo, não impedem o processo de ter as edições revistas imprimidas. Suzy, bem amada filha, tenho apenas respeito e sim, admiração, porque mostraste uma enorme paciência, diligência e perseverança durante mais de oito anos, e a tua energia lançada nestes sentimentos e serviço estão no momentum de luz dos livros.

 

Tudo o que posso dizer-te para além disto é o que mencionei no contexto de tudo o que transpira da terra durante este tempo de mudanças monumentais, neste tempo de mudanças sem precedentes através do universo. As trevas estão a batalhar mais poderosamente do que nunca contra todas as fontes de luz, e estes livros com a sua informação crucial para os meus filhos são alguns dos alvos principais na Terra. Esta energia está tão entrincheirada à volta dos livros, que toda a luz a ser emitida para a alma a descarrilar os teus esforços, não a neutraliza.

 

Mantém a fé, querida Suzy! Quando os meus desejos não são satisfeitos, Eu continuo a “boa luta”, e também é isso que deves fazer. Estou a fazer isto agora em tantas frentes que nem podes imaginar, mas nem por um momento esqueço esses livros! Como podia – tu não os esqueces! Além disso, eles são a minha verdade que ordenei  se tornasse disponível para os meus filhos da Terra!

 

Tens muito material para o terceiro livro que necessita ser organizado e polido e mais irá chegar. Trabalha nisso e mantém-te focada no que queres – esta informação “lá fora”! – sabendo que a tua fé será justificada de que estes livros “virão à luz” porque Eu ordenei isso! 

 

                            

6 de Janeiro de 2003  

 

DEUS: É tempo de outros se envolverem nesta situação. Não quero dizer que a luz falhasse com os livros, de modo algum, mas é necessário outro tipo de serviço de luz. Sim, Suzy, quero dizer que é necessário assistência legal para desalojar o livre arbítrio de um que está a exercê-lo para impedir a disponibilidade dos livros. Serás conduzida ao advogado que manifestará isso em conjunto com a luz. Lembra-te minha filha, Eu trabalho de maneiras maravilhosas e podes considerar esta, uma dessas maneiras!

infinity
 

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