Continuação de 4 de Junho de 2001 Conversa com Deus; conclusão
do capítulo de “Deus: Mais de Quem Eu Sou” em
Illuminations
for a New Era =
Iluminações para uma Nova Era.
DEUS: Bem,
primeiro, minha bem amada filha, o teu “Eu simples” é
exactamente porque é que estás a ter esta vida de
Suzanne, e a tua escala inteira de
sentimentos e o que fazes com eles é o teu propósito de estares
aqui! O significado do Eu nunca é para ser
equiparado com egoísmo ou egotismo. Não digo que um Eu
não possa ser egoísta ou egotista, mas há uma enorme
diferença entre sentir o seu Eu e aquelas características.
Quanto aos
limites dos meus poderes aí, sinto a mesma confusão que tu, e
como tu, como podia não ser? Por isso, darei a isto
um bom esforço. Não quero dizer que seja fraco e totalmente
diferente do ser omnipotente de Tudo o
Que É, que ainda pensas que Eu sou, porque Eu tenho
poderes, claro, mas também tenho limites. Esses limites não são
como uma cerca de arame farpado, digamos assim, com fronteiras
bem definidas e limites exactos para manobrar e de efeitos
desagradáveis para quem a trespassa.
Aquilo que
DEVO observar, sem excepção, é a lei de livre arbítrio do
Criador que está acima de todas as outras leis. Não quero dizer
que as outras leis sejam mais fracas, tal como a lei de isto
atrai isto, nas correntes de energia e nos princípios de
manifestação, mas nada dentro do meu poder é capaz de subverter
nenhuma das escolhas de livre arbítrio dos meus
próprios aspectos de alma. Daí que neste sentido, podes
dizer que o meu “governante pai/mãe” deu-me linhas de conduta
morais e espirituais muito mais restritas do que as leis dadas à
Terra, e podes ver que a potência da energia “suprema” associada
a mim não está isenta de limites.
Deixa-me
dar um exemplo. Digamos que tu vês uma estrela e pensas que
seria bonito se pusesses essa estrela numa galáxia diferente.
Não é necessário uma razão, apenas a capacidade de realizar uma
coisa que te apetece. Tu não tens essa capacidade por uma boa
razão. Sabes o que aconteceria a quaisquer civilizações a viver
na ou perto dessa estrela, dependendo da estrela para o calor,
luz e estabilidade ordeira? Não, não sabes e, consequentemente,
não tens o poder de brincar com os corpos celestes.
Eu
tenho o poder e a energia para fazer isso porque sei
exactamente o que iria acontecer se uma estrela fosse deslocada
da sua orbita e colocada noutro lugar. Eu não sei
se ao tirar a dádiva do livre arbítrio para fora do experimentar
universal iria perturbar a vida numa base cósmica. O Criador
sabe, e apenas Ele tem a capacidade de corrigir o
livre arbítrio. E o Criador fez isso, como sabes,
no Seu decreto de que as cúpulas das trevas tivessem de libertar
os livre arbítrios cativos de todas as almas que aquela força
tinha atraído para a sua massa de energia cumulativa.
Creio que
estás a começar a ver a minha posição de deus deste universo
mais pela minha perspectiva, querida filha, embora tenha de
admitir que não é fácil para qualquer ser humano compreender
isso completamente.
S:
Contudo, agora compreendo mais claramente. Obrigada, Deus, pela
tua paciência comigo e, também, pelas tuas respostas.
DEUS:
Filha, é o um prazer e uma alegria, comunicar
contigo no sentido em que compreendes absolutamente que estou a
dizer estas coisas para ti, que na verdade é Deus a responder às
tuas perguntas, a respeitar as tuas perguntas!
_________________________
As minhas inúmeras
tentativas fúteis a fim de interessar uma editora a publicar os
meus livros e mais tarde, depois ter formado a companhia editora
Matthew Books,
a futilidade de obter uma permissão de imprimir preenchida e
preparada para uma tonelada de conversas com Deus. Ele quer
estas escassas passagens incluídas.
13 de Janeiro de 1997
DEUS:
Suzanne, tu e Eu conversamos tantas
vezes que podia, mas não quero aborrecer-me a contar todas as
vezes. Tu pensas que estás a jogar jogos da mente, mas cada vez
que tu conversas contigo mesma, Eu estou ciente. Não sou sempre
Eu que respondo, mas faço-o algumas vezes. Não te digo o que
fazer, mas muitas vezes digo-te o que penso, e tu dizes, “Gregory
[o meu anjo da guarda], és tu?” ou “Mateus, sei que
não és tu porque não falarias assim.” Não? Deus não
é o que muitos pensam, a essência vaporosa sem face, sem voz ou
sem contacto ou a usar apenas palavras “decentes”. De
modo algum!
Por isso,
estou ciente e correspondentemente apreensivo sobre a tua
atitude de falta de esperança momentânea sobre o livro. Como
Mateus te disse, autorizei este livro e os que se seguem, e o
Conselho do Nirvana é o meu braço de supervisão. Quando dou
ordens – o que acontece muitas vezes, por acaso, é que não
haverá punição da minha parte se não forem seguidas – mas quando
dou uma ordem para alguma coisa, da medida da importância que
coloco neste livro, isso ACONTECE. Sei exactamente
quando, mas tu não ias compreender o meu “tempo” mesmo que
fizesse o meu melhor para explicar por palavras que
compreendesses.
Muito bem,
farei o meu melhor. Quando a energia do livro – no qual há uma
amálgama de muitas energias – quando essa energia fluí em
alinhamento com as fontes de energia correspondentemente fortes
e semelhantes dentro do código universal para o tempo de
publicação, voilà,
aparecerá em nome e mérito.
Vês,
disse-te que não ias compreender. Mas é uma faceta da translação
da energia nos termos da Terra e afecta todos aí. É tudo para
este minuto. A abundância da energia do amor e luz para ti e
para todos que amas, queridíssima alma, este é Deus, a partir
com apreciação completa da tua comunicação, incluindo aquilo que
não disseste.
10 de Março de 1997
S:
Mateus, se estás certo que Deus quer falar comigo, claro que
falarei com Ele. Bom dia, Deus.
DEUS:
Suzanne, por favor, ouve o teu
filho. Ele pode falar por mim destes assuntos a que tens estado
a responder, esta manhã. Ele e Eu diríamos
a mesma coisa, e não gostarias isso de mim mais do que dele, não
é assim? Não é que eu não o queira dizer-te Eu mesmo, mas Mateus
sabe muito mais que tu desejas atribuí-lo ao teu “rapazinho”.
Aqui ele não é o “rapazinho” de ninguém. Tu serias a mãe mais
orgulhosa do mundo se o pudesses conhecer como ele é na sua alma
completa.
Bem,
deixa-me ver o que te posso dizer para te encorajar. Tu estás-me
a desafiar bastante, ultimamente. Gosto disso! Afastaste-me do
teu conhecimento demasiado tempo, e estou a dar as boas vindas
alegremente a esta comunhão. Sabe que apenas tens de dizer,
“Deus, anda cá e diz-me o que está a acontecer,” depois recua
nos teus pensamentos e deixa-me dar-te a resposta que estás à
procura. Tu tendes a confundir com barulho o teu caminho para a
minha resposta, e depois assumes que nunca estive junto a ti.
Ah sim, os livros. Outra vez de novo a necessitar de apoio, eh,
Suzy? Bem, minha bem amada alma
pequenina, sou suficientemente humano por isso compreendo. Tu
não te estás a lamuriar – apenas queres algo intensamente.
Naturalmente que conheço a escala inteira dos teus sentimentos,
e acredita-me, são bem fundados, isto arrastou-se muito mais
longe do que pensaste ao princípio. Contudo, o curso do primeiro
livro é recto, está seguro e certo. Põe a tua energia no segundo
livro.
Nem estás
mesmo a discutir mentalmente comigo, minha filha, e agradeço-te
por isso. Na verdade, estás a portar-te muito bem em paciência e
fé, e agradeço-te por isso, também.
28 de Abril, 1997
S: Bom
dia, Mateus e todos os Amigos que possam estar contigo.
MATEUS/GRUPO: Mãe, temos de rir pela
tua oração a pedir a protecção da luz com confirmações
elaboradas de que também Deus é bem vindo nestes
sittings (reuniões de transmissões
canalizadas). Claro que Ele também está a rir – quando nos rimos
Ele também se ri. Agora interrogas-te se falamos com Ele e se
temos mensagens claras. Sim, durante todo o tempo.
Frequentemente discutimos os vários aspectos do nosso serviço
maior, e Ele fala, não necessariamente por palavras, mas
certamente por resposta clara embebida em luz e amor.
MATEUS:
Estou a ver que tens a lista habitual de perguntas. Sim, Mãe,
agora sou precisamente eu, o teu “rapazinho” a falar, como estás
a pensar, uma vez que estás a sentir a minha energia mais viva.
Posso manuseá-la sozinho com facilidade porque a ligação de
energia está tão forte hoje. Gostarias que Deus dissesse alguma
coisa sobre os livros?
S:
Olá, “para ti” querido! O que te fez pensar de Deus dizer alguma
coisa sobre os livros?
DEUS: Eu
fiz, querida. Estava a dar uma
cotovelada a Mateus para me deixar entrar durante um momento.
Estou aqui para dizer que estou encantado por estares a
trabalhar diligentemente no segundo livro. Estes livros e os que
virão confortarão e iluminarão muitas almas, milhões dos meus
filhos, como irás ver.
Quando?
Que tal
em
breve?
Aceitarás
que “em breve” será tão perto como desejo dizer-te e ainda te
sentirás encorajada? Não? Então que tal no fim do
ano do calendário?
19
de Julho de 1998
DEUS:
Suzy, este é Deus, a dar uma
cotovelada a Mateus para ele me deixar entrar. Tens estado
desencantada comigo em tantas ocasiões que estou surpreendido
que me estejas a dar o tempo do dia, agora. Porque és
tu? Porque ainda acreditas em mim da mesma maneira como
acreditaste que o Pai Natal fosse real, benevolente, carinhoso,
generoso – todos os bons atributos que deste àquele velho
companheiro durante anos para além dos
outros rapazes e raparigas. Bem, comigo, uma relação mais
profunda e mais espiritual, sim, mas estás
a pensar exactamente agora: Porque que é que me
disseste há um ano atrás que os livros seriam publicados no fim
do ano PASSADO?
Certamente
que não temos de repetir isto de novo, Suzy,
que nem por um segundo os teus sentimentos e pensamentos são
desconhecidos para mim! Estás a ter preocupações sinceramente
sentidas de que o trabalho de Mateus não seja publicado.
Deixei-te na mão, não deixei? Disse no fim do último ano do
calendário, sim, e estamos a meio do ano seguinte com Julho a
observar-nos. Então o que posso dizer DISTO?
Bem, posso
dizer que o elemento humano que é Deus, na tua terminologia
franca, te lixou. Oh, Deus não pode cometer erros? Oh,
ho ho
ho, não! Assim como
podes rir disto, posso-me regozijar de que estamos a sentir a
luz a fluir no riso, no mesmo momento que sinto que estás séria
e queres uma resposta razoável.
Primeiro,
peço-te que me perdoes. E agora podes dizer a quem penses que
aceitará de que tu conversas com Deus, que Ele disse que te
lixou e que te pediu para o perdoares! Vai em frente, ambos
podemos rir quando disseres isto às pessoas.
Não é fácil
para ti compreenderes, querida filha, e talvez Eu entenda apenas
porque vivo cada e todas as vidas perfeitamente, totalmente, a
cada momento. Susy, apenas se fosse
realmente este “Deus guarda-chuva” que pensas que sou, podia ver
tudo, com certeza. Mas talvez como muitos outros filhos meus que
partilham o teu dilema de porque é que os deixei na mão, tu
possas aceitar que se Eu fosse tu e tu errares, Eu também erro
porque não posso evitar isso. Agora põe isto na perspectiva de
cada alma na Terra!
Aquele
tempo na vossa dimensão não foi um erro nem mesmo um cálculo
errado. O que Eu não fiz foi tomar em consideração
de que o livre arbítrio pode mudar o meio de um processo mesmo
quando a corrente está a correr tão segura e rapidamente que
esteja quase no fim da sua jornada para o mar – neste caso, o
mar da publicação. E a minha omissão é a razão porque te estou a
pedir perdão.
O que
aconteceu foi que as forças poderosas das trevas vieram numa
rajada e desviaram muitos projectos da luz, incluindo esses
manuscritos.
Sim, num
tempo que cada vez está mais certo, essas trevas serão
dispersadas e os livros verão a luz da publicação. Por isso,
vamos fazer um pacto para cooperar de novo em amizade como Eus
juntos? (almas juntas)? Há amor abundante!
2
de Dezembro de 1998
S:
Bem, Mateus, isto não é suficiente depois deste tempo todo,
portanto farei o que sugeriste e verei se Deus tem uma sugestão
melhor. Deus, olá?
DEUS: Olá,
minha filha.
S:
Deus, por favor, diz-me o que devia fazer agora sobre estes
livros que “ordenaste” que fossem publicados?
DEUS: Está
bem, Suzy, vamos falar disto. Eis a
minha resposta ao que “devias fazer agora.” Não devias pensar em
termos de “devia.” Essa palavra tem o seu lugar
para estar certa, mas não como é demasiadas vezes usada, como
uma directiva, um pedido, que alguém desviou a
direcção intuitivamente escolhida e mudou para uma direcção da
escolha de outrem.
Mas
és critica
sobre o teu trabalho, querida filha, mas nunca quis dizer fazer
luz dele, mas pôr luz dentro dele e envolvê-lo. A
luz dele é essencial, por isso penso que estava
certo da primeira vez, mas agora sob um ângulo positivo.
Pensa numa
corrente de luz nos quais vez os livros Mateus, Fala-me
do Céu e Revelações para Uma Nova Era. Vê a
corrente de luz a brilhar e a mover-se firmemente para uma
claridade que excede a claridade da própria corrente de energia.
É o que precisas de fazer como a tua parte para tê-los
impressos.
Agora o
universo está a manusear isso. Dá apenas uma mão de ajuda e
renuncia ao resultado negativo. Conheces o poder do pensamento
de trazer para ti aquilo que precisas, portanto deixa para trás
as tuas frustrações e sentimentos de falta de ajuda ou atrairás
mais situações que te dêem esses sentimentos.
Claro
que podes
fazer isso! Tu acreditas em mim, por isso, como é que não podes
acreditar em ti própria? Tu sabes que são um e o
mesmo!
4 de Agosto de 2002
DEUS: Esses
sentimentos de frustrações voltaram, mas desta vez digo-te, são
totalmente compreensíveis. Foi-te dito vezes sem conta que
estavas a controlar tudo o que afectasse a tua vida. Bem, como
Eu tenho os meus limites, também o teu controlo sobre a
impressão dos livros tem os seus limites. Aquilo sobre o que
tens controlo são as tuas reacções, e neste caso, a
tuas reacções são justificadas.
Contudo,
não impedem o processo de ter as edições revistas imprimidas.
Suzy, bem amada filha, tenho apenas
respeito e sim, admiração, porque mostraste uma enorme
paciência, diligência e perseverança durante mais de oito anos,
e a tua energia lançada nestes sentimentos e serviço estão no
momentum de luz dos livros.
Tudo o que
posso dizer-te para além disto é o que mencionei no contexto de
tudo o que transpira da terra durante este tempo de mudanças
monumentais, neste tempo de mudanças sem precedentes através do
universo. As trevas estão a batalhar mais
poderosamente do que nunca contra todas as fontes de luz, e
estes livros com a sua informação crucial para os meus filhos
são alguns dos alvos principais na Terra. Esta energia está tão
entrincheirada à volta dos livros, que toda a luz a ser emitida
para a alma a descarrilar os teus esforços, não a neutraliza.
Mantém a
fé, querida Suzy! Quando os meus
desejos não são satisfeitos, Eu continuo a “boa luta”, e também
é isso que deves fazer. Estou a fazer isto agora em tantas
frentes que nem podes imaginar, mas nem por um momento esqueço
esses livros! Como podia – tu não os esqueces! Além
disso, eles são a minha verdade que
ordenei se
tornasse disponível para os meus filhos da Terra!
Tens muito
material para o terceiro livro que necessita ser organizado e
polido e mais irá chegar. Trabalha nisso e mantém-te focada no
que queres – esta informação “lá fora”! –
sabendo que a tua fé será justificada de que estes livros
“virão à luz” porque Eu ordenei isso!
6
de Janeiro de 2003
DEUS: É
tempo de outros se envolverem nesta situação. Não quero dizer
que a luz falhasse com os livros, de modo algum, mas é
necessário outro tipo de serviço de luz. Sim,
Suzy,
quero dizer que é necessário assistência legal para desalojar o
livre arbítrio de um que está a exercê-lo para impedir a
disponibilidade dos livros. Serás conduzida ao advogado que
manifestará isso em conjunto com a luz. Lembra-te minha filha,
Eu trabalho de maneiras maravilhosas e podes considerar esta,
uma dessas maneiras!